A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por martafofa em Sex 9 Jan 2015 - 17:07

Glória:

A meia-elfa sai com um sorriso de todo o tamanho do quarto e vai até a mesa onde estão as iguarias.

Glória saboreia uma torta composta por pão-de-ló de gorad recheado com gorad cremoso com morangos picados e coberta por gorad cremoso com morangos glaceados. Ela diz:

Isto está muito bom, parece o bolo que meu pai fazia na padaria dele quando eu era criança. Isto é muito, muito melhor que os bolos que eu faço na minha cozinha. Você deve ter ficado cansada por fazer isso tudo para nós. Espere um pouco.

Glória tira do bolso um pequeno pedaço de madeira com uma dobradiça que ela desdobra e vão surgindo outras dobradiças que ela vai desdobrando até que vire uma porta grande de pé que a Glória abre e tira de lá uma cesta de pães. Ela parece agradecer a alguém lá dentro, fecha a porta e dobra até voltar a ser um pedaço de madeira. A moça de cabelos de cobre entrega a cesta a Istíria e diz:

Aqui tome. Estes pães mágicos eu fiz com Restauração menor, para o caso de necessidade no grupo. Coma e você vai se sentir melhor.

Glória se vira para o Regan e fala:

O senhor me ajuda de novo com o disfarce para festa?

Maria:

Maria acorda e vai para a mesa de gostosuras:

Ela come com muito gosto uma rosca que parece que várias rosas de pão juntas cobertas por um creme de açúcar.

A moça ahleniense fala com a boca cheia:

Isso é muito bom!

A rosca é uma das melhores coisas que já comera na vida.

Ela fica envergonhada após a gafe que cometeu. O pai dela já teria dado uma bronca enorme nela.

Depois de praticamente devorar a rosca, ela diz que gostaria se reunir com o grupo que vai para as ruas.


Última edição por martafofa em Sab 10 Jan 2015 - 15:45, editado 1 vez(es)

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por klebersm17 em Sex 9 Jan 2015 - 18:19

Arn

Após consultar suas memórias e conhecimento Arn se dirige ao grupo.

- "Pela descrição da visão que Istíria apresentou, o lefeu que vai tentar atacar o nobre é um Zirradak da casta dos Fggurath. Ninguém nunca viu pessoalmente um desses ou de relance. Mas o que se sabe é que talvez, caso esse lefeu exista, é que ele atue como um metamorfo, com habilidades excepcionais. Ele consegue assumir a aparência e boa parte das habilidade de alguma coisa ou alguém, apenas com observação. Uma teoria muito ousada, mas amplamente aceita nos círculos de estudiosos é que ele pode agir exatamente como alguém que copiou, mesmo sem entender nada do que esteja fazendo. Só a simples presença dele em uma visão já nos dá a dimensão do poder e hierarquia que a Rainha-Vermelha tem. Lembrem-se, ele nunca foi visto, catalogado, nada."

- "Quanto ao verme que ela tentará introduzir a força em Adalinda, pela descrição, parece ser uma simbionte que concede exoesqueleto, mas muito mais excepcional que sua parte comum."

- "E por ultimo o monstro que surge no final e a Rainha ordena que nos ataquem, pela posição dela, e pelo fato de cogitarmos a hipótese de um Zirradak, pode ser um Fggurath, levando-se em consideração que ela o usará para combate, eu apostaria em um Vuroktril. Esse lefeu, é o exército de um homem só, ele possui vários membros que terminam em algum tipo de arma. Além de tudo é um excepcional lutador e estrategista. Devido a natural capacidade dos lefeus de preverem as ações por inimigos, o torna ainda mais mortal. Só para constar, um desses comandou os lefeus na Batalha do Forte Amarid."

- "É o que eu posso dizer apenas ouvindo um relato. Se eu pudesse ver o que Istiria viu, poderia dar mais certeza.
"

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Mamorra em Sex 9 Jan 2015 - 19:15

Kaira chegou à mesa e ficou quieta ouvindo sobre a missão. Não precisava dormir, mas sentia como se não dormisse há tempos. A quase morte da Mayra a deixou incomodada. "Mas foi ela que havia me mandado ir com tudo. Não é culpa minha se ela me subestimou", pensava ela enquanto sentou-se e passou a ouvir. Não tocou em nada e, pouco após o Arn descrever bem os inimigos, levantou-se e dirigiu-se à porta.

-- Como a missão de vocês já está bem preparada o suficiente, vou voltar a Bielefeld. Não há mais nada que alguém da minha estirpe possa fazer aqui. -- Disse enquanto caminhava até a saída.


Última edição por Mamorra em Sex 9 Jan 2015 - 20:27, editado 1 vez(es)

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por serial101 em Sex 9 Jan 2015 - 19:19

Mesmo invisível, a Caçadora o encontra numa entrada do esgoto de Thartann. A cidade possui uma rede de esgotos relativamente avançada, com galerias vastas e, não raro, vastamente utilizadas por criminosos. Assim que ele chega, nota que ela pode vê-lo, e estende a mão para que ele entregue o pergaminho de Ligação Telepática.

- Nós precisamos nos manter incógnitos. São apenas Uktril e Reishid lá dentro, você pode se disfarçar?

- Eu sou um disfarce que anda. Que aparência precisa que eu assuma?

- Um Reishid, justificaria suas habilidades e que você não fique muito à vista.

- Assim farei.

Kyle entrega pra ela o pergaminho de ligação mental e usa o chapéu pra assumir a forma q ela precisa.

- Temos sorte que a Tormenta não tem magias para ver por trás da magia, ou esse disfarce seria inútil.

- Há criaturas da Tormenta com essa capacidade, mas aqui só a Red Queen poderá nos causar esse problema. Evite-a, e não teremos com o quê nos preocupar.

A Caçadora se esforça um pouco para despertar o poder do pergaminho, e com ele conjura a Ligação Mental.

- Assim farei. Mas cuidado com ao que ouvir com meus pensamentos, já vi muitos horrores nessa morte.

- Aqui o mais importante é a informação e, se a oportunidade aparecer, sabotar parte dos planos da Red Queen, sem chamar sua atenção. E não precisa se preocupar quanto aos horrores em sua mente, Elfo-do-Céu.

Kyle entra no local, tentando não chamar a atenção e escuta a voz dela em sua mente: "Eu compreendo você".
Dentro dos esgotos, a Caçadora guia Kyle por uma série de passagens. Algumas apresentam sinais de ter sido recentemente utilizadas pelos criminosos locais, uma ou outra ainda apresenta seus ocupantes anteriores, amarrados, desacordados e desprovidos de máscaras. Aos poucos vão notando traços de corrupção da Tormenta, antes de passar por uma série de passagens secretas em túneis mais estreitos, e começarem a adentrar o covil da Tormenta, propriamente dito.

Pensando para Caçadora: "A Corrupção Rubra está se espalhando mais rápido do que eu esperava. O que tem acima de nós? Por que esses tuneis podem levar a qualquer ponto da cidade."

"Há frutos da corrupção rubra aqui há anos, mas o covil da Rainha Vermelha é de fato recente. Acima estão os subúrbios da cidade, em breve estaremos fora dos limites oficiais de Thartann, vai demorar um pouco para sairmos de sob as últimas favelas. A Rainha Vermelha se mantém longe de tudo, nas partes mais profundas do complexo, mas devemos encontrar os alojamentos e templos de seus cultistas logo."

"Vamos continuar."

Antes de aprofundar mais, Caçadora se envolve em sua própria capa, e a capa parece derreter. Kyle pode reconhecer a Matéria Vermelha fluindo sobre o corpo dela, mudando de forma e, finalmente, deixando-a com o aspecto de um Uktril.

OFF:
O mago me jogou visão da verdade, ela mudou de forma ou isso é uma ilusão?
Visão da Verdade não detecta nada diferente, parece ser uma mudança física.

- Isso é uma surpresa. Achei que era o único  em Arton que pudesse ser parte Lefel, parte Artoniano.- E a curiosidade vence o bom senso. - Me diz, como se acostumou com o sentido de tempo deles?

- Muitos de nós somos assim, Kyle. Em proporções diferentes, de formas diferentes. Eu nasci com o toque da Tormenta, mesmo em uma terra tão distante de qualquer Área conhecida. Mas eu devo muito a Thyatis, e à bênção que ele me deu para me fundir a eles sem me perder. Mas eu posso falar disso melhor depois, agora temos um trabalho a fazer. E sim, o sentido de tempo é bastante confuso no começo... e completa - Demora para diferenciar passado, presente e futuro direito.

- Concordo. É estranho saber que semana q vem uma garra vai me atingir no dorso e nada posso fazer pra evita-la.- e se sensibilizando diz - Vamos continuar. E se desejar alguém pra conversar eu estou a disposição.

- Podemos ver isso, há outros como nós para você conhecer.

Passado algum tempo, se aproximam dos primeiros covis dos servos diretos da Red Queen. É hora de se concentrarem na comunicação mental, e Caçadora sugere que Kyle fique escondido quando possível, e lhe pergunta se tem alguma ideia para ajudarem o grupo lá em cima, além de contabilizar e sabotar as tropas aqui em baixo.

"Tenho, já que perguntou." Pensou ele: "Podemos fazer uma pequena lista dos que encontrarmos aqui em baixo. Muitos servos da tormenta não estão na parte de cima da pirâmide social. Quando acabarmos com Red Queen podemos oferecer essa lista aos governantes daqui. Uma operação de limpeza (real ou imaginaria) poderia ocupar as forças de Ahlen por tempo suficiente para se reorganizarem. Desafetos políticos podem ser acusado e as investigações podem facilmente acabar resvalando nos lideres dos sindicatos do crime, principalmente se conseguirmos convencer a eles que sua base está sendo fiel a outra força. Imagine uma Ahlen que tenha como meta acabar com qualquer corrupção. Pode fazer isso? Mesmo que as famílias criminosas sobrevivam, jamais terão tanto poder como tem hoje."

Enquanto passam despercebidos pelos cultistas ali dentro, de fato muitos, muitos deles gente comum, provavelmente criminosos antes de enlouquecerem, Kyle nota nos pensamentos da Caçadora um tom de melancolia.

"Eu adoraria isso. Adoraria limpar essa terra agora. Mas se fizermos isso, vai haver sangue nas ruas." Pensando: "Muito sangue, numa época em que precisamos de toda Arton forte."

"Verdade, embora eu ache que arton sairia mais forte depois disso. E eu me pergunto como alguns buscam por isso. Os loucos, os insanos ainda tem sua insanidade como desculpa, mas e aqueles que não eram assim? o que poderia ser oferecido que pode valer todo o mundo que se conhece?"

"Desespero, ódio... ignorância. Algumas pessoas não entendem plenamente o que eles são até ser tarde demais, e outras não entendem nem o básico."

Kyle continua observando o lugar em busca de armadilhas ou qualquer outra coisa q chame a atenção. "Então tragamos conhecimento onde a ignorância reina."

Os dois percorrem os salões por um tempo. Tomam nota dos habitantes e suas identidades, dos planos de ação para a cidade à noite, e dos simbiontes guardados para infectar nobres na festa. A Caçadora aproveita para espalhar mensagens sutis, sobre sua própria lenda, pelo lugar e garantir mais uma vantagem.

Kyle lê as pichações e pergunta: "Se o que dizem sobre você é verdade, contam que não existe magia capaz de toca-la a menos que vc assim permita. O quanto da lenda é verdade?"

"O suficiente, depois que terminarmos aqui. Você não faz ideia do quanto pode ser mais fácil esquivar quando a pessoa não espera te atingir."

"Já que não podemos ainda ferir a Rainha Vermelha acho que temos algumas alternativas. Eu possuo pólvora suficiente para destruir essas catacumbas. Podemos coloca-la nos pontos mais profundos do subterrâneo e preparar a destruição desse templo a corrupção."

"Lembrando, é claro, de tirar qualquer coisa valiosa daqui. As ferramentas vivas Lefel são muito poderosas, e mesmo os itens mágicos q eles acumularam seriam de grande valia nesse confronto. Se bem que podemos só cataloga-los mentalmente, destruir os alicerces e depois vir resgatar as coisas dos escombros."

"Podemos fazer isso quando a Rainha Vermelha estiver derrotada, faremos a partir do palácio real. Eu vou instalar a pólvora nos salões mais profundos, onde há o risco de ela aparecer, e você percorre os corredores procurando os objetos que der para tirar sem chamar atenção agora. Depois nós buscamos o resto."

Kyle lhe entrega sua bolsa e explica como ela funciona. "Simplesmente peça ao saco o que quer, se ele já estive dentro saco ele entregará. E acredite nunca se acaba, e nunca é o suficiente."

"Alem disso seu disfarce é superior ao meu. Pela sua mensagem você já despachou alguns Lefeus de castas inferiores. Podemos nos passar por eles." Ele completa: "Assim Red Queen não teria porque desconfiar que alguém entrou nos tuneis. E isso nos colocaria muito próximos a ela a noite, durante o ataque de Artur e os outros. Eu sei que existem muitos riscos, mas podemos fazer. Basta que você me entregue como aquele que matou os outros dois. Depois disso eu escapo para me unir aos outros."

"Não se preocupe, ela ainda não deu a falta desses, foram bem selecionados. De toda forma, já sei por quem vamos passar. Vamos cuidar primeiro da sabotagem, a infiltração virá no processo. E obrigado pela bolsa, será útil. Sei exatamente o que fazer para destruir esse lugar depois."

"Bom, também precisamos de informações. Não sou o melhor nisso, mas podemos persuadir os corrompidos a falar qual é o plano da red queen. Eu estou muito no escuro quanto a isso. Ela quer corromper aos homens mais importantes de Ahlen, mas não vejo como isso se encaixa em um próximo passo. Ir pra Valkaria, ou conquistar o exercito com um reino seriam alvos melhores e mais tentadores."

"Na verdade, isso já foi descoberto, só temos que confirmar. Aquele 'Corleone' também andou infiltrado. Eu não confio nele, mas ele passou muita informação, e me repassaram. Vamos ver se é correta. Aparentemente, essa forma de corromper vai substituir e superar uma Área de Tormenta normal. Ahlen é um teste. A Red Queen vai ficar aqui, e aos poucos dominar e corromper toda Thartann, e depois toda Ahlen, de forma indireta. Se funcionar, outros como ela serão enviados a outros pontos de Arton."

"Isso ao menos explica por que foi feito aqui." E complementa. "A intriga é claramente a única coisa q a Tormenta aceitaria perder, afinal qual o sentido de tirar poder dos segredos quando todos são um e nenhum segredo pode ser guardado."

"Precisamente. Ahlen é um tipo de lugar que não faz muito sentido para eles, mas serve bem para um teste."

Kyle é um homem pragmático, ele não tem muito o que dizer, mas se conforma com o que tem. Procurando frestas grandes o bastante para colocação do pó negro ele vai montando o plano de implosão. Não bastando ele foi anotando mentalmente tudo que encontrava. Tinha boa memoria e sabia que poderia recuperar essa informação depois. Continuando pelas passagens ele não podia deixar de pensar o que a tormenta planejava fazer com Arton. Se isso era o test drive nos esgotos fétidos, o grande show seria feito em um lixão das fazendas goblins

Antes de espalhar a pólvora, a Caçadora usou o Saco de Ossos para preparar uma modificação pessoal no explosivo, mais eficiente para demolição e segura até entrar em contato com um gás específico, com o qual ela preparou um mecanismo detonador. Em alguns pontos, um preparado reagiria ao mesmo gás, mas tornando-se um ácido, permitindo destruir pontos específicos sem os contratempos de uma explosão.

Off:
Tanto o novo explosivo, quanto o ácido, agora fazem parte do Saco de Ossos. Os ingredientes do gás também, mas quem for usar precisa saber o que está fazendo, pois o gás tem de ser produzido na hora.

"Esse tipo de modificação é novo para mim, seus conhecimentos de demolição não são comuns."

"Obrigada. Vamos terminar aqui e nos infiltrar. Assim que possível eu vou usar um pergaminho que eu tenho guardado para avisar aos outros da nossa posição."

"Perfeito."


Última edição por Mamorra em Sex 9 Jan 2015 - 20:59, editado 1 vez(es) (Razão : Eu dei espaços entre os parágrafos, para facilitar a leitura dos outros jogadores. Não mudei nada no texto original)
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Lienn em Sex 9 Jan 2015 - 20:34

Arthur:

*Arthur ve um javali que o chama quase como se fosse invocado pelo bicho assado com batatas e temperos típicos de sua terra, ele pega o animal e  o leva a boca comendo ele sem cerimonia com as mãos e dando dentadas no bicho, e  assente e diz:*

-Isso esta muito bom

*quando Arn fala do lefeu Arthur olha para Istiria e diz:*

-Seria realmente ótimo se pudêssemos ter acesso as imagens que vc viu istiria, mas por hora teremos que concordar com a analise sem nenhuma outra indicação

Faustus:


*Faustus abre um largo sorriso e diz em elfico:*

--Eu nunca pensei que ia comer isso de novo... Obrigado Istiria!!!

Adalinda:

*Ele começa a comer com educação  ao  lado de adalinda que comia feito uma troba desgovernada *

*Adalinda que tinha chegado apouco vê os doces de Ahlen e come com voracidade, isso não era comida da cadeia e era melhor do que qualquer coisa que ela já tinha comido na vida, ela come feliz e diz:*

-Caramba isso esta melhor que a comida de Hardoff, mesmo o picadinho de salsicha com aquela coisa branca que eles diziam que era arroz

*Adalinda olha e escuta com atenção a conversa de todos e quando falam que bento alforge era uma vitima adalinda engasga e diz;*

---O bando de retardados comedores de merda, Vocês esqueceram que alforge não é um nobre comum, ele é um dos asseclas dela...

-Pelo que eu entendi do que você viu é que alforge vai ser atacado por um de seus aliados, mas isso não exatamente um resgate ao idiota, se impedirmos isso é bem capaz dele se salvar e nosso plano ir por água abaixo, se alforge se meteu com a tormenta a ponto de servi-la que morra, por nossas mãos ou pelas deles.

*Adalainda olha para Fautus e  da um cascudo nele e diz:*

-O babaca você não pode ler mentes ? e transmitir pensamento com esse caralho desse seu pedaço de metal que você chama de faca ?
Faz isso ai pro paladino ver os negócios


*Depois ela olha para Arn e diz:*

-Pede para o babaquinha do elfo te ajudar o Arn...

Emilly:

*Emily senta ao lado do irmão e saboreia sua torta de morangos e diz:*

-Adalinda, ele não pode ser deixado para tras  apenas por estar infectado....

e não sei se daria muito certo por você na forma da adalinda, Arn, você não vai saber se comportar como ela.



*Adalinda olha para Arn e diz:*

-Eu dou conta de ser a isca desta incursão, não se preocupem com isso


Última edição por Lienn em Sex 9 Jan 2015 - 23:13, editado 1 vez(es)

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Monteparnas em Sex 9 Jan 2015 - 23:10

LEIAM AS POSTAGENS DOS OUTROS JOGADORES!

Mayra:


Mayra fica quieta, um tanto surpresa, quando Adalinda cita a comida de Hardoff...

Mas não era essa sua maior preocupação no momento. Ela corre até Kaira e a segura gentilmente pelo braço.

- Não vá, por favor. Sua família está aqui. Nós queremos a sua presença, não é Arthur?

Ela encara o namorado, que devorava um javali e já estava todo sujo de caldo de carne. Não era seu melhor, mas ela já estava acostumada que as pessoas fora do templo de Lena não eram vegetarianas.

- Venha, Kaira, você não comeu nada. Comida não é apenas para o corpo, é para o coração também, prove.

Ela passa a Kaira alguns doces diversos, de Collen e outros lugares.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Lienn em Sex 9 Jan 2015 - 23:21

Monteparnas:
LEIAM AS POSTAGENS DOS OUTROS JOGADORES!

Mayra:


Mayra fica quieta, um tanto surpresa, quando Adalinda cita a comida de Hardoff...

Mas não era essa sua maior preocupação no momento. Ela corre até Kaira e a segura gentilmente pelo braço.

- Não vá, por favor. Sua família está aqui. Nós queremos a sua presença, não é Arthur?

Ela encara o namorado, que devorava um javali e já estava todo sujo de caldo de carne. Não era seu melhor, mas ela já estava acostumada que as pessoas fora do templo de Lena não eram vegetarianas.

- Venha, Kaira, você não comeu nada. Comida não é apenas para o corpo, é para o coração também, prove.

Ela passa a Kaira alguns doces diversos, de Collen e outros lugares.


Arthur:


*Nesse momento que a Mayra fala arthur estava ocupado, enchendo sua boca com uma batata grande inteira, se ele falasse batata voaria para fora de sua boca então ele olha para Mayra como  se fosse apanhado com as calças na mão e depois olha para Kaira e assente coma cabeça com convicção e depois ele força engolir a batata e engasga um pouco e depois bebe uma caneca de cerveja para desentalar e fala um pouco exaurido do esforço e diz:*

-Kaira você é importante para nós e precisamos da sua ajuda, sem você as coisas vão ficar mais difíceis.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por klebersm17 em Sex 9 Jan 2015 - 23:24

Arn

Ao ver Kaira se retirar e Mayra tentar convence-la de ficar, Arn contribui:

- "Eu sei, que não tem o prazer da caça. Mas não pode negar como isso é saboroso. Olhe toda essa carne! Fique e coma conosco."

O paladino responde a Emily:

- "Verdade, você fez uma boa colocação. Adalinda se garantiu então não temos porque não confiar nas habilidades dela."

Arn dirige a palavra a Faustus:

- "Consegue fazer o que a Adalinda disse? Seria de grande ajuda."

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por martafofa em Sab 10 Jan 2015 - 0:08

Glória:

Glória, com o rosto e as mãos cheios de gorad cremoso, fica alarmada com a obseração de Adalinda e pensa: Caramba! Essa garotinha veio de Hardoff!! O que será que ela fez pra ir para lá? Ela fala:

Oi?! Como assim Hardoff?

Maria:

Maria se engasga com a rosca e tosse fortemente na hora em que Adalinda diz que a comida na mesa é melhor que a comida de Hardoff.  A moça pensa: "Como assim a amiga do meu pai é uma ex detenta?" Ela diz ao mesmo tempo que Glória:

Oi?! Como assim Hardoff?


Última edição por martafofa em Sab 10 Jan 2015 - 15:46, editado 1 vez(es)
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Lienn em Sab 10 Jan 2015 - 0:16

martafofa escreveu:

Glória:

Glória, com o rosto e as mãos cheios de gorad cremoso, fica alarmada com a obseração de Adalinda e pensa:Caramba! Essa garotinha veio de Hardoff!! O que será que ela fez pra ir para lá? Ela fala:

Oi?! Como assim Hardoff?

Maria:

Maria se engasga com a rosca e tosse fortemente na hora em que Adalinda diz que a comida na mesa é melhor que a comida de Hardoff. Ela diz ao mesmo tempo que Glória:

Oi?! Como assim Hardoff?

Adalinda:
-Hardoff Ué, sabe prisão de segurança máxima de yuden, la comida a comida era uma gororoba, mas a prisão fechou e eu estou aqui, livre e comendo gostosuras.

*ela vai pegar  um pouco do doce do regan de forma furtiva para poder comer do que ele esta comendo também. Mas Regan percebe e, sem perder a calma, segura o pulso de Adalinda no caminho, girando com firmeza, mas de forma delicada, sem machucá-la, até a palma aberta ficar para cima. Então ele coloca um bom pedaço do doce na mão da irmã.*

Faustus:
*Faustus assente e diz:*

--Sim eu consigo é só a istiria deixar, posso até fazer a imagem do que ela via ser visível a todos nós...


Última edição por Lienn em Sab 10 Jan 2015 - 0:35, editado 1 vez(es)

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por klebersm17 em Sab 10 Jan 2015 - 0:21

Arn

Arn fica um pouco sério e diz enquanto prepara a comida em um dos palitos tamuranianos que ele nunca lembra o nome:

- "Hardoff. A prisão que segundo as lendas dava em outros planos. Onde demônios e diabos eram carcereiros. Ou você foi uma inimiga política das grandes ou cometeu um crime muito tenso."

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Lienn em Sab 10 Jan 2015 - 0:48

klebersm17 escreveu:Arn

Arn fica um pouco sério e diz enquanto prepara a comida em um dos palitos tamuranianos que ele nunca lembra o nome:

- "Hardoff. A prisão que segundo as lendas dava em outros planos. Onde demônios e diabos eram carcereiros. Ou você foi uma inimiga política das grandes ou cometeu um crime muito tenso."

Adalinda:

*Adalinda ri da afirmação *

-Hardoff não era tão ruim assim, tinha seus demônios, tinha seus torturadores,seus portais para lugares estranhos, seus canibais... tinha muita merda sim, mas eu não cometi nenhum crime para ir para Hardoff, eu estou lá desde que eu me lembro, eu simplesmente sempre estive lá, eu fique sabendo depois que fui parar lá por intermédio da minha querida mãezinha que me vendeu para o Talude quando eu tinha 3 anos, ele fez alguma coisa na minha cabeça e meu entregou a hardoff isso faz muito tempo.
Eu cresci lá, fui ensinada no meus oficios, fui designada para minhas tarefas, em suma hardoff era meu mundo, não sei do que esta falando.
A primeira vez que eu vi o sol sem ser por uma janela de prisão foi quando eu tinha 15 anos, foi a primeiro vez que os raios do sol realmente tocaram minha pele.
Lá o Otto cuidava de mim, eu conheci ele lá, ele sempre cuidou de mim lá , ele era o diretor de Hardoff e eu era a predileta dele. Graças a ele eu tinha umas mordomias um pouquinho melhores como ter lençois novos todos os anos, eu tinha um travesseiro, eu tinha mais mudas de roupas, e No dia que fazia aniversario da prisão ao invés do picadinho com papa de arroz eu ganhava dois pães com salsicha e e purê de batata  e era uma salsicha inteira em cada pão era uma data festiva realmente festiva...
Era o melhor dia do ano, pena que era só uma vez por ano, e claro, Otto sempre vinha me visitar a noite, todas as noites que ele podia e era bem... já falei demais.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por klebersm17 em Sab 10 Jan 2015 - 1:11

Arn

O paladino ouve com atenção o relato de Adalinda, ele fica um pouco incomodado, uma criança nascer naquele local. Isso o deixou meio mole.

- "Talude? Isso é uma afirmação muito séria mulher. Você conseguiu provas disso? Adalinda, não é justo uma criança viver em uma prisão, pagar por algo que não cometeu. Porque te mantiveram lá? É por pessoas como você que devemos lutar. Arton é um mundo tão diverso, cheio de vida e coisas interessantes. E a Tormenta planeja corromper e destruir tudo. Manteremos Arton a salva, para que mais pessoas possam desfrutar dele, pessoas que sofreram injustiças como você. Coma tudo, saboreie tudo. Você merece, é justo."

Arn tenta não demonstrar sentimento demais.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por windstorm em Sab 10 Jan 2015 - 11:03

Istíria

Com os diversos elogios Istíria vê que havia conseguido o seu objetivo de deixar o clima entre todos muito mais leve. Com a tensão diminuindo bastante e com os agradecimentos pela comida ela sorria.

- Obrigada a todos pelos elogios.

Com o presente de Glória Istíria fica feliz que a deusa tenha deixado a mágoa um pouco para trás.

- Obrigada pelos pãezinhos, serão bem úteis. E parecem deliciosos. Então você também aprendeu o oficio com seu pai?

Com o elogio de Faustus Istíria fala:

- Que bom que gostou. Na verdade recuperar essa receita é um dos meus projetos. Estou feliz de você conhecer e gostar do doce, assim posso ter uma pessoa que realmente o conhece provando e avaliando o quão próximo está dos originais.

A jovem meio-elfa ouvia os relatos e perguntas. Ela já cogitava em como mostrar para todos quando se oferecem para usar a adaga de Faustus.

- Bem eu não me oponho. Se realmente isso for ajudar no planejamento faço com prazer, mas... bem... adaga? Isso vai doer muito?

Ela ouve adalinda.

- Bem se o tal de Alforge é um servo dela, para que o copiar dessa forma? Só consigo pensar em ela querer colocar um lefeu com mais poder de combate que ele mais próximo de um alvo que não desconfiaria do cara.

Ela então olha a discussão de todos.

- Err... Hardof? Ele realmente tem todas as coisas ruins da lenda? É... bem... que bom que a minha comida está melhor que a de lá. E que bom que mesmo lá você teve... amigos. E por que Talude colocaria uma criança lá?

Com Kaira se levantando e saindo Istíria olha preocupada. Ela torce para que Kaira se acalme e aproveite o momento com os demais. Ela parece precisar.


Última edição por windstorm em Sab 10 Jan 2015 - 11:44, editado 2 vez(es)
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Mamorra em Sab 10 Jan 2015 - 11:21

-- Não quero comer, Mayra. Já comi ontem. Só não vejo necessidade de alguém que não tem apreço nenhum pelas vidas dos transeuntes estar aqui. Eu não me contenho em combate e, para não "ferrar com tudo", prefiro ir embora ver a tampinha de ferro revoltar-se com vestidos. -- Disse Kaira tentando se livrar da paladina de Lena -- Sobre família, não vejo nenhuma aqui. Só vejo pessoas que querem me matar ou quem eu quero mortos. Então, se puder me soltar, eu irei agradecer muito...

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por windstorm em Sab 10 Jan 2015 - 11:55

Istíria

A meio-elfa estava preocupada com a Kaira. Não era bom ver uma pessoa tão sozinha. A própria Istíria sabia bem o que era solidão. Mas ela não sabe o que fazer para ajudá-la. Quanto a Adalinda, Istíria também fica preocupada.

- Err... Adalinda. Esse Otto não se aproximava de você para... ? Bem não importa. Além dele você teve algum outro amigo lá em Hardof?
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por klebersm17 em Sab 10 Jan 2015 - 12:31

Arn

Vendo Kaira se afastar Arn tenta conversar com ela e ao mesmo tempo matar uma curiosidade:

- "Kaira, pelo que você luta? Porque está na Investida? Porque está ajudando a destruir a Tormenta e seus asseclas? É por você mesma? Pelo mundo em si? Pelas pessoas? Por poder caçar, liberar sua fúria e energia?"

OFF.: Iniciando um teste de Diplomacia. Diplomacia +41.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Lienn em Sab 10 Jan 2015 - 13:23

Adalinda:

*Adalinda olha para isitiria e diz:*

-Não se tem amigos na prisão moça, na prisão ou você mata ou é morto, e bem na prisão eu não tinha nem nome, quanto mais um amigo, e o sobre o Otto, antigo diretor de Hardoff, o que você acha que ele ia fazer a noite com uma prisioneira bonita e sem ninguém por ela, sem nome, sem família, sem nada? ele ia fazer exatamente o que você pensou....

-Respondendo a sua pergunta Arn, Talude já atacou tanta gente a tanto tempo que eu me pergunto o porque dele não estar preso ainda, é por isso que eu digo que paladinos não servem para nada, eles não conseguem ver os verdadeiros vilões onde eles realmente estão de verdade. Ele fez aquela merda com a Lienn, ele acabou com a Alicia, com a Lady esplenda, com muitas outras vitimas , entre alunos e professores, provas eu tenho todas muito bem guardadas em minha posse, E vão ser usadas na hora certa e do jeito certo.


Arthur:

*Arthur deixa o javali em um canto pega o prato e depois o copo e joga no chão na intenção de quebra-los, a porcelana mais fina de Faustus e o copo de cristal mais perfeito, fautus se joga como se sua vida depende-se daquilo e os pega, mas não antes de se machucar com a ferocidade que Arthur jogou aquilo e o Arthur diz:*

-Minha congratulações ao cozinheiro, estava incrível! Faustus, por que você impediu a quebra da louça?! Isso é tradição para eu dizer que eu gostei.

Faustus:

*Faustus olha para cara do Arthur e olha e diz:*

-Filha da Puta! Bárbaro imprestável! Mentecapto atrasado você tem certeza que é um paladino e não uma carroça desgovernada? É serio que a cavalaria veio de você? Puta que pariu, Arthur! Vai quebrar as suas coisas e deixa as minhas em paz. Minha louça não te fez nada, ela frágil e inocente!!!


*Arthur se aproxima de Kaira e abraça e diz:*

-Baixinha você realmente quer se isolar? Sozinha, o mentecapto do Kallyadranoch vai estar um passo mais próximo de tentar pegar você de novo e eu tenho certeza que você não quer isso para você. Tente fazer isso. Tente se importar um pouco. Isso só vai te fazer bem. Apenas tente. Eu vou trabalhar junto com você. Vamos estar juntos na cidade. Eu não vou te deixar só em momento nenhum, ok?

*Arthur ouve com atenção Adalinda e diz:*

-Depois de nossa investida em Ahlen eu quero ler essas provas, para fazer um breve julgamento do senhor talude a estilo mão esquerda.

Emilly:
*Emilly da um pedaço da torta par sua irmã que esquece do talude e começa a comer com avidez*

-Adalinda eu realmente não queria que você se metesse com o Talude, isso não vai lhe fazer bem, deixe que outras pessoas cuidem disso, e eu queria saber o que caralho você ainda vê no Otto depois de sair de Hardoff e ter se livrado da influencia dele. Ele não mudou em nada depois que você deixou de ser o Fantoche dele, ele ainda continua o mesmo Otto de sempre


Última edição por Lienn em Sab 10 Jan 2015 - 15:32, editado 1 vez(es)

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por windstorm em Sab 10 Jan 2015 - 14:06

Istíria

Istíria é pega sem palavras com os comentários de Adalinda. O que essa moça teve que suportar? E como se mantinha tão alegre? Além disso, se esse Otto era um canalha tão grande assim, por que ela falou com tanto carinho dele mais cedo? Ela resolve tentar ajudar Emily,

- Bem, Adalinda, aqui, prove este brigadeiro. E tem sonho de limão. E bolo de morango. Coma à vontade e sem medo. E sempre que qualquer um de vocês quiser comer algo assim novamente, podem me visitar em Valkaria, vou ficar feliz de recebê-los.

Ela estranha os comentários sobre Talude, pelo que Istiria sabia era um mago bom e justo. Ele estar envolvido em tantas coisas assim, é algo perturbador.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por martafofa em Sab 10 Jan 2015 - 15:14

Glória:

Sim Istíria, eu aprendi o ofício com o meu pai. Mesmo sendo um humano, ele era o melhor padeiro de Lenorienn e tinha muitas outras habilidades manuais, eu pude aprender algumas e aprimorar depois da queda da cidade dos elfos.  

Adalinda se você tem tantas provas, nos mostre que após essa missão poderemos ir contra ele e julgá-lo adequadamente. Esse Otto também deveria ser preso e julgado pelo que fez com você. Você é só uma garotinha e era ainda mais nova quando ele começou a fazer isso com você.



Maria:

Maria se recupera do engasgo e diz:

Isso é muito grave!! Se o senhor Talude fez tanta coisa ele tem que ser punido!!

Depois de falar, ela ri com a situação cômica do Faustus salvando a louça e brigando com o Arthur.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por serial101 em Sab 10 Jan 2015 - 16:37

Kyle

Após a colocação dos explosivos e da criação de um mapa mental do local sem nada mais a realizar ele volta para o local onde o grupo está reunido junto com Caçadora. Ele espera que essa operação tenha durado tempo o bastante para que os outros tenham feito sua parte.

-----------------

Cezar

- Acredito que esse negociador possa ser eu mesmo. Devo pedir aos outros para se reunirem no seu convés ou prefere que eu ofereça acomodações a todos?

Ele por fim é mais direto, passando por algumas amenidades:

- Se não for um trabalho dos mais complexos, gostaria de recolher um pertence em terra, uma caixa de 3x3x4,5 metros que se encontra ali- Ele diz indicando o local - Tenho certeza que mesmo as chuvas de meteoros não arrancaram se quer uma lasca dela. Trata-se do local onde guardo minhas armas, seria uma pena se as perdesse.

Dito isso ele sai da arma onde se encontrava:

- E vamos discutir seus termos. E já começo lhe dizendo que estou em divida, meu domínio sobre a realidade é menor que o seu, aparentemente, posso mandar minha esposa em segurança para Arton, mas minha precisão é claramente inferior a vossa. Assim certamente terei que pagar por seu auxilio.

Ele complementa mentalmente: Embora eu deve-se mata-lo por ameaçar minha mulher.

- Aliais depois poderia me ensinar esse truque?

Dito isso ele avisa aos demais:

- Todos a Bordo, o Capitão quer discutir os termos de nossa rendição.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Mamorra em Sab 10 Jan 2015 - 23:07

-- Kallyadranoch não virá atrás de mim. Eu não sou mais poderosa o suficiente para estar nos planos daquele escroto. Eu não estou me isolando, só não penso em como eu poderei ser util aqui. Quanto a o motivo pelo qual eu luto, Arn? Você ao menos sabe pelo quê você luta? Pois saiba que Khalmyr não é justo! Nenhum deles é!!! Mesmo ele sabendo que Arturia e eu eramos inocentes dos crimes do Terceiro, fomos punidas estupida e cruelmente... E o que seu todo poderoso Deus fez por nós?! NADA!!! Eu não pedi para ser criada e mesmo assim fui punida a 800 anos tendo pequenas visões das vidas das outras. Eu era apenas um soldado, uma maquina de destruição, fui punida pior que um general. É essa as "Justiça" do Panteão desse mundo! FAÇA O QUE ELES QUEREM, OU SOFRA AS CONSEQUÊNCIAS!!! Estou mentindo, Pendragon?! Então, Mayra, me deixe ir, ou não responderei mais pelos meus atos!!! -- Disse ela já furiosa, novamente forçando sua saída da Mayra.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por windstorm em Sab 10 Jan 2015 - 23:34

Istíria

Istíria estava vendo as coisas se deteriorando. Ela ainda estava com medo, mas não podia deixar alguém com a Kaira desse jeito. O ombro começava a doer com a lembrança. Mas ela simplesmente respira fundo e vai até a Kaira. Enquanto ela esbravejaca Istíria rapidamente a abraça, colocando-a contra o peito como se abraçasse uma criança.

- Calma, não precisa ser assim. Você passou por coisas horríveis, mas não precisa continuar sofrendo sozinha. Estamos aqui, sua familia está aqui, eu estou aqui, todos os outros estamos aqui com você. Nós não te odiamos, você não precisa sofrer sozinha assim.

Ela afaga os cabelos da tirana.

- Venha, nós não queremos você aqui por causa de seu poder. Nesta mesa somos apenas pessoas comuns aproveitando um tempo juntas. Queremos que você se junte a nós. Venha, venha comer coisas gostosas, aproveitar, rir e viver. Junto da gente.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Mamorra em Dom 11 Jan 2015 - 15:46

A Kaira instintivamente empurrou a Istíria e sacou sua espada. Seus olhos brilhavam amarelo e transformou em olhos de fenda, como os de um dragão. Ela estava perdendo o controle.

-- NÃO ME TOQUE!!!! SE ALGUM DE VOCÊS SE APROXIMAR, EU MATO TODOS VOCÊS!!! EU NÃO PRECISO DE NINGUÉM!!!!

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Monteparnas em Dom 11 Jan 2015 - 20:30

Ahlen

Mayra:


Mayra via exasperada Kaira ficar mais e mais nervosa. A pobre menina estava nervosa, a situação não era fácil para ela. Mas a paladina se exaspera quando Istíria, ignorando o bom senso, puxa Kaira dos braços de Arthur e a abraça ela mesma.

A paladina cuidava de crianças difíceis, e sabia que em um momento como esse não é bom que estranhos cheguem perto, muito menos forçar intimidade com alguém que já está nervoso. Não bastou o incidente no baile? A reação de Kaira foi violenta, mas dificilmente uma surpresa.

Enquanto Kaira olhava furiosa para todos, Mayra foi rápida e direta. Tirou a espada das mãos dela, arremessando-a na direção de Estefane, que a pegou e está guardando. Mayra então agarra Kaira mais uma vez e a imobiliza, falando com Arthur:

– Eu vou cuidar dela, te encontro depois, você faz a sua parte.

Feito isso, ela deixa o palácio com Kaira nos braços, voando a toda velocidade para o alto. Era mais importante agora sair dali, ante que a coisa degringolasse, e pelo menos elas não iriam para nenhum lugar que a Red Queen estivesse ou tivesse interesse.


Regan Von Heller:


O baixotinho loiro observava tudo preocupado. Kaira era um caso difícil, mas estava tendo progressos. O jeito era esperar que a família conseguisse controlar a situação, e que o estresse não estragasse o trabalho delicado já realizado. Ela regredia um pouco emocionalmente, mas isso era normal sob tanto estresse. Gente demais, coisas novas demais.

De outro lado, havia a situação de sua irmã. Com a família de Kaira tomando a iniciativa, inicialmente Regan respondeu às questões sobre Adalinda e Talude:

– Minha irmã fala a verdade, eu posso atestar. Ela esteve presa em Hardoff quase toda a vida, saiu muito recentemente. Não foi autora de nenhum crime. Ela foi, sim, uma vítima.

- O Mestre Máximo da Magia provavelmente já foi mesmo o bom homem que todos conhecem. Mas parece que, nas últimas décadas, o poder e a curiosidade têm carcomido sua sanidade e sua ética. Tenho conhecimento de, pelo menos, mais duas vítimas graves, e sei dos detalhes dos casos que Adalinda citou. De fato, eu e Roy já estávamos de olho no paradeiro atual de Lady Esplenda, para garantir sua segurança e averiguar seu estado de saúde.

- Adalinda foi vítima de um experimento, e depois descartada ou, mais provavelmente, realocada para um local mais propício para exame dos resultados. Alguns de nós já estamos pensando em como neutralizar a ameaça que o reitor da Academia Arcana se tornou. Alguém se opõe?


Ele falava de forma calma, mas algumas vezes, principalmente no final, a voz tremia levemente. Regan se esforçava para se manter sempre frio e racional, mas o seu velho mestre havia feito o estrago que ele pôde constatar em Adalinda...

Quando Kaira finalmente estourou, ele deixou escapar um suspiro frustrado, mas só restava esperar que isso não estragasse tudo. Antes que Mayra a retire dali, ele fala algumas palavras com Kaira.

– Se acalme, você tem pessoas que querem, sim, e vão cuidar de você. Fique tranqüila, Mayra gosta de você, e não vai te fazer nenhum mal. Confie nela.

Off: Ele usa, como Erudito, Acalmar Emoções CD 50 em Kaira. Kaira testa Vontade +31, resultado 41, falhando no teste. Ela fica mais calma.


A Caçadora vai ficar no covil da Red Queen, vai chegar no baile junto com os outros servos dela. Ela pretende usar isso para se livrar de um dos lefeus mais poderosos que estarão lá. Kyle é bem-vindo para tomar o lugar de outro agora, ou pode voltar invisível para junto do grupo e, quando voltarem ao baile, encontrar a Caçadora de novo para assumir lá a sua posição.


Sombria

Davy Jones:


– Não é preciso que seus companheiros se juntem a nós, senhor Marcus, apenas que me dêem a garantia de que nosso acordo será cumprido, quando estiver feito. Inclusive, tanto melhor neste momento que permaneçam lá embaixo, e guardem suas armas. Estou certo que uma caixa destas dimensões ainda estará no lugar quando o senhor for pousado em terra firme.

- Até que tenhamos nos entendido, não sairás daqui. Muitos de meus homens acreditam que eu deveria matar o senhor, pela invasão, e ter capturado sua esposa. Uma escrava como ela certamente valeria o bastante para pagar a indenização pela insolência. Então, antes de pensar em sua ira pessoal, considere-se com sorte que eu seja um sujeito tão mais razoável.

- Meus termos são simples, senhores. Quero uma garantia de sua cooperação. Liberto o prisioneiro tão logo possam me assegurar que não haverá uma tola tentativa de imediata retaliação, e que compreenderam que nenhuma invasão a meu navio será tolerada. Uma vez que tais garantias sejam apresentadas, libertarei o senhor Augustus.

- Eu não estou interessado em seu grupo. Apenas vim atrás da senhora destas terras, assim como vocês. Cooperem se quiserem, mantenham-se longe se preferirem, não me importa. Se me dão licença, até que me sejam apresentadas as devidas garantias, eu vou continuar minha jornada. Receberei diplomatas apenas se desarmados e desacompanhados.

- Venha, senhor Augustus, o senhor será meu hospede até que minha segurança esteja garantida.


Depois disso, o Capitão Davy Jones some dentro da estranha embarcação, com Augustus Cesar Marcus ainda preso em seus tentáculos. O minotauro não tinha um bom pressentimento sobre essa posição, mas não parecia que o capitão tivesse intenção de ferir alguém sem necessidade.

Davy Jones pensava consigo mesmo que este assunto já dera mais atraso do que valia a pena, mas não podia aceitar uma afronta à sua embarcação. Continuariam o rumo, e se não desse mais nada estupidamente errado, logo soltariam o grumete e zarpariam dali...


O navio sobe mais 6 metros, ficando a 21 metros do chão. Sua entrada mais baixa, direto para o deck da Balesta frontal, está há um total de 35,5 metros do chão, o deck da Catapulta está há 37 metros do chão nesse momento. A embarcação não parece que vai subir mais, permanece, baixa o bastante para que o grupo possa acompanhar, mas começa a se deslocar para frente, a uma velocidade de 12 metros por turno.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por klebersm17 em Dom 11 Jan 2015 - 20:52

Arn

O paladino assistia enquanto Kaira se descontrolava, e falava coisas sobre Khalmyr, que ele mesmo já havia pensado, mas sem por isso nunca deixou de seguir o deus. Mas quando Istíria tomou ação, ele se preocupou com os presentes ali.

Após Mayra retirar Kaira de lá e ouvir o que Reagan disse ele se expressa:

- "É tão comum. Todos acham que um paladino luta pelo seu deus. Há uma grande diferença entre um clérigo e um paladino. Esquecem que antes de ser o servo de um deus, um paladino é o servo do bem. Ele é um campeão que luta por bondade, justiça, igualdade, bem estar coletivo e paz. Eu luto contra a Tormenta, porque precisa ser feito, pois é o certo a se fazer. Luto pois nem todo mundo pode lutar, luto pois se a Tormenta triunfar muitos irão perecer, muitas que encontram satisfação em uma vida simples irão sofrer. Eu acredito em Khalmyr, pois apesar de alguns atos do mesmo eu não entender, eu vejo que o mesmo é uma divindade bondosa, que o que ele representa é algo que traz positividade para o mundo. Mas não pensem que o sigo cegamente. Ele sabe como eu penso. Se um dia eu perceber que ele está indo contra ao que significa ser um paladino, ser um herói, ser um farol de esperança para o mundo, eu não o seguirei mais. Se algum dia ele achar que não mereço os poderes que ele me concede, continuarei lutando, continuarei sendo o um paladino representa."

- "Regan, estou fortemente engajado em levar Talude a justiça. Você possuiu provas, eu as examinarei também. Você nunca me deu motivos para desconfiar de você. Por isso acredito na sua palavra, mas faz parte do meu trabalho examinar a prova e fonte antes de tomar uma ação. Mas levarei essa história até o final."

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