A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por windstorm em Qui 15 Jan 2015 - 16:43

Vendar

Vendar via o que a Mellody fez, e faz um facepalm. Ele então olha cansado para ela.

- Mellody, isso era realmente necessário? Agora alguém vai ter que levar ele se as pernas não aguentarem a jornada.


--------------------

Istíria

Istíria continuava descansando no sofá enquanto a magia fazia efeito. Ela estava ignorando a alfinetada da glória.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Dornelles em Qui 15 Jan 2015 - 22:18

Dornelles

Havia pouco a se fazer após a troca de um refém por outro. Davy Jones não demonstrou ser um capitão severo ou intolerante demais. Havia acompanhado a discussão, tão concentrado em prestar atenção nos movimentos do cefalópode que havia esquecido de se manifestar. Um erro de aprendiz.

-Eu avisarei aos outros, Excelência. Capitão Jones, espero que não haja mais desinteligências entre nosso grupo e sua tripulação, navio e demais posses. Nosso objetivo aqui é outro, e não envolve combates com navegantes. Creio que o Senador ACM irá explicar os detalhes. Com sua licença, vou informar aos demais das decisões aqui tomadas, e com sua permissão retorno para dirimir eventuais dúvidas.

Esperando a confirmação de Davy Jones, Dornelles retorna ao chão para falar com os outros e anunciar a decisão do senador.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Mamorra em Qui 15 Jan 2015 - 22:51

Enquanto isso, em Norm...:
O tédio consumia a noiva. Se antes, em ocasiões como essa, ela estaria selando seu cavalo e preparando-se para derrubar muitos na justa ou quebrando narizes na liça, agora passava o dia sentada, assistindo os companheiros se divertirem. O festival seguia e, com ele, a vontade de mandar tudo aos diabos. Lenneth estranhou que, desde que Khalmyr havia separado elas, não vira nenhum dos amigos da Investida em nenhuma parte do festival.

Esperava ver Lucian, Arthur, Allan e Arn duelando na justa e a Mayra derrubando todos na liça, mas apenas o Gilgamesh apareceu nesses eventos, acabando com a graça de tudo. Sempre que vencia, mandava um olhar para Lenneth como se soubesse que havia vencido. Que aquele era o fim do Leão de Khalmyr (ou da Donzela de Ferro, como muitos chamavam).

À noite, teve que ficar no baile por quase a noite inteira. Sentiu enjoos e temeu ser descoberta várias vezes. Alguns cavaleiros e algumas damas questionaram sobre o estado de saúde dela e Lenneth teve que se sair de maneiras as quais ela não era acostumada. “Obrigada, lady Von Heller” pensava ela cada vez que conseguia fugir dos nobres.

Quando finalmente conseguiu se livrar do salão, escondeu-se num jardim escuro e pôs para fora tudo aquilo que lhe fazia mal em enormes jorros de cor inidentificável. Por longos minutos era só o som que os bêbados faziam nos fins de suas noitadas. Ela passou um bom tempo na sarjeta, amaldiçoando seu destino. Triste ao saber que seus companheiros agora estavam salvando o mundo, enquanto ela ouvia fricotes dos nobres e colocava o que comia para fora.



E, como se as coisas não estivessem ruins o suficientes para Lenneth, Gilgamesh a encontrou em seu tormento. Ele a olhou de cima, superior em seu status de rei. Ele a observava como um nobre vê um mendigo emporcalhado na sarjeta.

-- Ora, ora, ora... Não é bonito a noiva de tão grandioso evento estar entregue aos ratos desse jeito. A bebida de minha adega estava demais para seu gosto, ou há algum segredo obscuro por trás desse espetáculo deplorável? – Disse ele com um enorme sorriso em seu rosto.

-- O que quer aqui? Humilhar-me outra vez? Se for, DESAPAREÇA!!! – Nada era tão ruim que Gilgamesh não pudesse piorar, pensava ela enquanto tentava se por em pé em vão.

-- Acalme-se, Lenneth. Não vou deixa-la aqui desse jeito. Venha... – Disse ele enquanto a enrolava em sua manta vermelha – Vou leva-la até seus aposentos. Alguém pode lhe ver desse jeito e desconfiar de seus segredos...

Lenneth congelou quando ele falou sobre seus segredos. Não sabia o que dizer a ele. E, por pior que seja o caráter dele, ela não conseguiria mentir se pressionada.

-- O que pensa que está fazendo?! – Interrompeu Gilgamesh os pensamentos dela – Não vai me dizer que novamente está nessa baboseira de dever?

-- E o que você entende por dever? Você é só um sujeito que faz o que quer! Que está cagando e andando para tudo.

Gilgamesh deu uma longa gargalhada enquanto pegou Lenneth no colo. Deu um chá para ela beber e aplacar os enjoos. Levou-a até seus aposentos e a pôs na cama. Lenneth não conseguia entender o que se passava na mente dele. Uma hora era um homem gentil e atencioso, no minuto seguinte era o imprestável herege que conheciam. Mas uma coisa era clara para ela. Ela o amava muito.

-- Por quê? Por que você faz isso? Por que é desse jeito? Por que... – Interrompeu Lenneth em lágrimas – Todos nós temos deveres... Todos...

-- Pare de viver em romances de bardos e cresça, Lenneth. Você parece que não consegue entender o que eu estive dizendo isso a você há tanto tempo -- Disse ele se aproximando e pondo a testa encostada com a dela -- Se você não crescer você apenas vai fazer os outros sofrerem. Vai me fazer sofrer. E o pior de tudo... -- Ele fez uma pausa enquanto acariciava o rosto dela -- Você vai sofrer mais que o necessário, meu amor. E eu não quero que sofra Lenneth, eu te amo muito. E é para não lhe fazer sofrer que eu irei embora... Adeus, Lenneth.


Thormy sentiu o peso dos anos em seus ombros. Queria esfolar a tia ali mesmo, mas sabia que aquilo não resolveria nada. Rapidamente virou-se para Mellody e a olhou friamente.

-- Responda-me uma coisa, milady Donovan... Você é esposa de quem? SIM! Jacob DONOVAN. A PORRA DO MEU TIO. Isso faz de você minha TIA, sua retardada. Só a tratei de uma forma respeitosa. Em momento algum a chamei de idosa, sua maluca. Então traga-me de volta ao normal. -- Ele fez uma Excalibur idêntica a da irmã aparecer em sua mão e apontou para Sarah -- Ou precisará de muito mais que um simples feitiço para trazer sua filhota, minha prima, de volta.

-- Irmão, o que pensa estar fazendo? Pare com isso imediatamente! -- Interrompeu Altria -- Melissa, afaste-se dele! Esse não é o Thormy que conhecemos. Quem es, impostor? Onde está o verdadeiro Thormy?

Melissa olhava incrédula para o Thormy. Não havia como ser um impostor. Ela ficou o tempo todo com ele.


Última edição por Mamorra em Sex 16 Jan 2015 - 9:27, editado 3 vez(es)

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Lienn em Qui 15 Jan 2015 - 22:57

Emilly:

*Emilly volta  para olhar para Arn e diz:*

-Sei que é difícil conviver com a diferença de todos, mas temos que aprender um pouco isso, o Ego desse grupo esta enorme, e sim Arthur precisa de ajuda, não só ele como Kaira, o único que parece ter começado a se adaptar bem daquele templo foi Faustus...


Faustus:

*Faustus apenas da acena e puxa gloria pela cintura para sentar em seu colo*

-Deixe ela minha querida, olhe para alguém que precisa mais de sua atenção que ela, alguém tipo eu...

Arthur:
*Depois disso Arthur volta a sala junto com Kaira calado se mantendo ao lado de Mayra e Kaira, já não estava gostando deste lugar e esta situação apenas estava deixando ele mais nervoso*

-Bem podemos ir ? eu quero resolver logo esse assunto e tentar voltar para ajudar o pessoal em sombria, se der tempo, não quero apenas ficar aqui sem fazer nada...

Adalinda:

*Adalinda permanece ao lado do irmão quieta observando a situação enquanto esta ainda do lado do general baixinho*

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por martafofa em Qui 15 Jan 2015 - 23:15

Glória:

Glória se aconchega no colo de Faustus e olhando para ele, diz:

Sim, você tem razão, meu querido. Você é muitíssimo mais interessante para se dar atenção!

Ela o abraça e dá um selinho nele.


Fantasma:

Bom gente, com quem eu vou para a parte da missão que fica nas ruas? Sabe está ficando tarde e eu não sei ainda com quem vou articular para melhor agir.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Monteparnas em Seg 19 Jan 2015 - 0:38

Ahlen

Regan Von Heller:


O general arquimago ouvira as palavras de Arn, e seu questionamento sobre as provas. Quando as coisas estão mais calmas, ele adereça tais considerações.

– Não espero de ninguém uma ação sem evidências, Arn. Apenas peço que aguardem, pois as evidências são delicadas. Se trata do testemunho e das marcas sobre as vítimas de mestre Talude. Um tipo de prova sensível, a não ser que sua sede pelo sangue de um vilão seja grande o bastante para estar disposto a ferir ainda mais quem já foi vitimizado.

- A paciência é uma virtude, mesmo para os paladinos, ou o caminho da justiça se torna ele próprio injusto.


Regan se mantinha junto de Adalinda enquanto falava isso. Cria que a irmã já se houvesse recuperado do susto, e sabia que o assunto de Hardoff não era tão horrível para ela quanto para os outros. Uma criança que nunca conhecera a liberdade não tinha porque se ressentir da prisão, mas sim se maravilhar com a liberdade. Ainda assim, preferia manter-se por perto com Arthur ali depois das cenas que transcorreram.

Ele também chamou Emilly, que precisava se acalmar um pouco. Misturar loucura natural e caos divino, ainda que ambos estivessem sob controle, resultava em arroubos emocionais repentinos, e sabia que Emilly precisava de sua atenção. Sua irmã gêmea era, afinal, a mais traumatizada e frágil das duas...

Depois do milagre de Glória, Regan fez um último exame em Istíria. O preocupava o estado emocional da abençoada, ele já tratara soldados em Yuden com sintomas semelhantes. O transtorno, sem atenção, poderia ter conseqüências graves para ela em pouco tempo.

– Istíria, quando essa missão terminar, gostaria de conversar com você um pouco, se não se importar.

Antes que o grupo de rua saia, o mago yudeniano conjura mais duas Mensagens mágicas, e informa Kyle e Caçadora sobre a presença da Fantasma e como ela estará no baile. A própria Fantasma é informada sobre eles dois, para que não haja problemas posteriores, e os sinais propostos por Kyle são passados a todos.

Mayra:


Mayra não permitiu que Kaira se isolasse completamente. Ainda que tenha ficado com Arthur, ela mesma o puxou durante esse tempo para um pouco mais perto de Kaira. Não o bastante para incomodá-la em seu momento de reflexão, mas para que ela veja que ainda estão ali, com ela.

– Já passou, Kaira, isso é que é importante. Quando o grupo de rua sair para o reconhecimento, você vai ficar aqui. Eu preciso de alguém para me dar cobertura na minha parte do plano.

Quando o grupo parte para o reconhecimento das ruas de Thartann, Mayra dá um beijo de despedida em Arthur, e vai para perto de sua cunhada.

Kerrigan:


Estefane estava muito mais tranqüila agora, com toda a confusão aparentemente resolvida. Ela gostaria de ajudar Kaira, mas sabia que pouco poderia fazer nesse sentido. Quando Arn se ocupa de conversar com os outros, ela aproveita para se aproximar de novo de Istíria.

– Você está se sentindo melhor? Por favor, minha amiga, não faça isso de novo. Sei que teve a melhor das intenções, mas que bem você traria a esse mundo correndo risco dessa forma?

Don Vito Corleone:


Faustus aproxima a adaga da testa de Istíria, lentamente, a ponta voltada diretamente para o centro da testa. Ele avisa que pode doer, pois a Adaga de Sszzaaz nem sempre pára antes de chegar ao cérebro. Mexer com o Deus da Traição é se arriscar a ser traído, sempre.

A adaga se aproxima, lentamente, vagarosamente. Istíria sente o toque gelado da ponta... e apaga.
Teste de Assassinato da Adaga:
Rolled 1d20: 14.

A adaga atravessa a cabeça da abençoada enquanto ela cai, desacordada. Quando Faustus tira a adaga de lá, ela não está suja de sangue, mas de um líquido prateado. Ele aquece a adaga, o líquido seca, se tornando um vapor denso que ocupa toda a sala. Sob sua influência, todos os presentes são acometidos por uma visão, uma mesma visão.

Visão de Lena, ou de Sszzaaz:
A Rainha Vermelha chega perto de Adalinda, a mulher corrompida segura um estranho objeto oculto, vermelho, mole e pegajoso. Um dos nobres locais, Bento Alforje, é abordado em uma sala vazia por um Lefeu de alta casta, a criatura tapa a boca de Alforje enquanto o corpo de Matéria Vermelha parece tremer e se alterar. Bento Alforje deixa a sala, ajeitando a roupa. O castelo é tomado por um tremor de terra, o povo assustado corre para se salvar, enquanto a Rainha Vermelha tenta furiosa colocar o verme vermelho em sua mão no corpo de Adalinda. O grupo se reúne em torno da Rainha Vermelha, o palácio vazio com os tremores, ela ordena que uma criatura de placas vermelhas humanóide os ataque, e se assusta com a criatura descamando, e Adalinda ressurgindo de baixo. Um monstro vermelho maior e mais poderoso surge, e a Red Queen lhe ordena que aniquile o grupo. Termina a visão.

– Io já sei o suficiente para trabalhar, mas... a ragazza Istíria vai ficar bene?

Pouco tempo depois, Istíria se levanta. Estava lívida como um cadáver, e seus movimentos pareciam mais duros, quase mecânicos... apenas nos olhos ainda havia alguma cor, veias de um vermelho intenso, rubro, saltadas.
Sonho Rubro:
Enquanto estava dormente, a Abençoada viu seus antigos amigos acorrentados pela Tormenta. Uma elfa estranha mantinha nas mãos a outra ponta das correntes, e os forçava a trabalhar para espalhar a corrupção.

Em seu caminho, a elfa deixava gravado em Matéria Vermelha a sua história. Um novo tipo de Lefeu, indistinguível dos artonianos mesmo para as magias mais poderosas. Ela manipulara os eventos para causar cada uma daquelas mortes. Seguiu Istíria por toda sua vida. Era sua mãe! A elfa abandonou a filha e assumiu disfarces. Atraiu e corrompeu goblinoides para arrastar o pai da meio-“elfa” para a Tormenta. Depois disso, cada alma em sua corrente ajuda a destruir as demais.

Agora ela estava com seu plano quase completo. Istíria viu no sonho a elfa consumir as almas. A cada alma artoniana engolida, a elfa ganhava poder e mudava. Sua pele se tornou negra, seu cabelo branco como neve. Uma única marca rubra nas costas se tornou uma falsa lua de prata. O demônio estava no ápice de seu poder, e em seu estômago as almas dos antigos aliados de sua filha se tornavam poder bruto, juventude renovada, e conhecimento que ela absorvia e destruía para sempre junto com as memórias de quem eles sequer foram um dia.

Uma figura titânica observava tudo ao longe. Uma criatura rubra, que Istíria conhecia melhor do que deveria, e que agora observava sua criação evoluir, seu experimento avançar e lhe dar frutos infectos. O Lorde da Tormenta havia tapado o sol, cegando o Olho de Azgher. Ele obstruía o olhar de Tenebra, eclipsando a Lua. Os cadáveres de plantas, animais, monstros e dragões infestavam o chão a seus pés, as almas acorrentadas, negadas à própria morte.

Cada Deus foi afrontado, calado, cegado. Apenas uma pequena serpenta se movia em meio ao fim de tudo. Ela observava Istíria, com um olhar de malícia, mas contra o mundo vermelho que tomava as cores de Arton. Procurando Istíria, pedindo e oferecendo auxílio.

Com a visão, Arn podia complementar as informações que tinha. Realmente os dois lefeus, tanto o que ataca Bento Alforje quanto o que depois é chamado para destruir o grupo, são o mesmo. Sua forma bate com um Zirradack, mas é excepcional demais, mesmo para a previsão dos pesquisadores. Quando o monstro entra no salão, já começa a assumir uma nova forma, e embora ainda possa ser reconhecido por Arn como o mesmo indivíduo, apresenta as armas de um Vuroktril, mas aprimoradas, e em conjunto com traços de vários outros Lefeus. Um monstro, mesmo para os padrões da Tormentra.


Com pouca coordenação ou interesse, o grupo que deveria patrulhar e limpar as ruas dos Uktril saiu atrasado, mais no cada um por si do que como um grupo. A Fantasma pôde, ao menos, observar de quem se tratavam seus colegas, mas no fim a divisão da cidade entre eles se baseou em interesse pessoal, puro e simples.

Arthur evitou ativamente Istíria. Nomatsu Sanosuke, o filho de Nomatsu Shiro, acompanhou o Paladino, que tinha em seu vôo anterior feito apenas um reconhecimento geral da extensão da cidade. Como o filho de deuses ainda estava nervoso pelo que acontecera, foi uma viagem silenciosa pelas ruas de Ahlen. A cidade os enojava a ambos na forma como os cidadãos se tratavam, um povo sem apreço pelos seus, ou pelas leis, sem moral e sem honra. E em mais de uma ocasião foram testemunhas de crimes. Dos que eram pegos pela vítima ou seus amigos, a população não tinha misericórdia. Mas em inúmeros casos, testemunhas eram silenciada com apenas um par de moedas de cobre, ou mesmo um olhar de cumplicidade. Thartann não dava importância à segurança básica de seu povo, a milícia era corrupta, e a população era igual. O pior era que a grande festa de máscaras apenas piorava tudo, ninguém se dava ao trabalho de sequer tentar identificar os mascarados para a milícia local. Quando um criminoso mascarado era flagrado no ato, as vítimas se tornavam algozes, fazendo “justiça” com as próprias mãos.

Saeko, a Tamuraniana, ficou acompanhando a Abençoada Istíria. Sanosuke lhe recomendou que não deixasse a mulher sozinha nessa cidade, que nenhum dos quatro conhecia, e que ela estaria bem com uma curandeira de Lena. As duas mulheres andavam silenciosas pelas vielas de Thartann. Por onde passavam, atraíam olhares. De desaprovação, de ódio, e de desejo e cobiça. Aquelas não eram pessoas de respeito, ainda que nem todas fossem do pior tipo. Os mais tranquilos pareciam “comer com os olhos” as duas jovens exóticas. Muitos demonstram sem pudor ou vergonha o nojo e o ódio racial, além do machismo. As armas de Saeko atraíam uma atenção desagradável, mas mesmo elas pouco faziam para diminuir o julgamento do povo. Eram vistas como apenas uma prova material da “inferioridade e insignificância dos bárbaros de Tamu-ra”. Ladrões as cobiçavam, milicianos as vigiavam, homens as queriam como escravas sexuais e mulheres queriam esquartejá-las em praça pública. E todos tornavam suas intenções claras, com gestos ou palavras. Para todos eles, eram menos que pessoas, e vários usaram a dúbia proteção da máscara do carnaval para tentar uma aproximação mais física. Apalpadas e beliscões foram lugar comum, e em mais de uma ocasião as duas tiveram de se defender de agressões físicas de fato, embora na maior parte do tempo apenas entreouvissem comentários com termos lisonjeiros como “essa bundinha lá em casa”, “aposto que a elfa ama um boquete”, “deviam tirar esse lixo da rua” e “o exército devia impedir a entrada da escória subhumana”.

Fantasma deu ao menos algumas dicas sobre a cidade antes que o grupo dispersasse, então seguiu sozinha. Ela conhecia as vielas e recantos mais asquerosos de Thartann. Conhecia seu povo, e sabia como ver sem ser vista, e como evitar o pior de sua sociedade. A sua ronda foi sem maiores problemas, apenas a podridão normal de um dia de carnaval na capital de Ahlen.


Sombria

Mellody:


Sarah encarava assustada a espada que o moço lhe apontava. Conhecia uma única arma parecida, a espada de sua tia. Ela sabia o que aquela arma era capaz de fazer, e estava com medo, apavorada, olhando para a mãe.

Mellody realmente se esquecera da história fenomenal do rapaz. Mas agora isso já não importava. Seu olhar não era de receio ou arrependimento, mas de pura ira...

Ela caminha lentamente e tremendo até Thormy, tirando a espada com facilidade das mãos do recém-velhote, enquanto encara, parecendo que vai arrancar o couro dele.

– Se você ousar ameaçar a minha filha de novo, seu imprestável, eu vou arrancar o seu braço e empalhar...

- Eu vou te deixar EXATAMENTE do jeito que está até aprender, seu pulha. Rosne um novo insulto, e você vai aprender a viver como um aleijão. Quando eu decidir que o senhor meu “sobrinho” é realmente confiável, e que aprendeu a lição, eu te devolvo ao normal.

- Até lá, comporte-se e se esforce para me convencer...



Em um impasse, o grupo deixou o assunto do minotauro capturado para o futuro. O navio, no qual Cezar era agora o encarregado das Balestas laterais, continuava seu curso em direção ao palácio de Lady Carmesim. Alguns membros do grupo precisaram apertar um pouco o passo, mas todos conseguira, acompanhar o ritmo do navio em direção ao lugar. Dornelles, como diplomata, ganhou liberdade de acesso ao navio, podendo entrar e sair, contanto que se anunciasse brevemente a cada vez.

Cassandra e Sarah só observavam. A profetiza não parecia preocupada com a situação de Cezar. A menina ainda estava assustada, e se mantinha longe do velhote que agora era Thormy. Mellody andava furiosa ao lado dele, um olhar a cada movimento em falso demonstrando que ela já estava cansada dessa história toda.

Não demorou, nas terras de Carmesim, para que o grupo alcança-se sua morada.


No castelo, encontraram uma mesa com cadeiras posta no jardim da frente. Alexander Silloheron, um dos magos que viajou com o grupo e acabou perdido no transporte, estava ali. Com ele, estava uma mulher pálida, cercada de morcegos. Dornelles reconhecia ali uma colega Druida. Todos reconheciam ali uma vampira.


– Parece-me, milorde Silloheron, que seu amigos chegaram. Sentem-se, mortais. Uma vez que são amigos de um dos favoritos da Mãe Noite, não exigirei mais que o teste que já passaram. Digam-me o que os trás às minhas terras, e como pretendem pagar os meus serviços.

- Quanto ao senhor deste navio voador, aguardo seu desembarque. É seu amigo, presumo? Há algum tempo que observo sua viagem...


Com um gesto displicente, ela invoca um vento gélido e negro. Ele trás cinzas do local em que se deu a batalha contra os mortos-vivos anterior. Uma parte das cinzas vai para uma espécie de porão, mas outra parte se acumula aos pés dela. E em um instante, o Cerberus que os atacou está reformado, deitado aos pés da dona, que o acaricia com uma mão, enquanto com a outra indica para que tomem assentos.

Lady Carmesim bebe de uma garrafa separada, um líquido vermelho e viscoso em sua taça, nada muito difícil de adivinhar o que seja. Mas à mesa há outras coisas, um banquete farto aguardando os heróis.


Última edição por Monteparnas em Ter 27 Jan 2015 - 14:55, editado 1 vez(es)

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por windstorm em Seg 19 Jan 2015 - 1:44

Istíria

A jovem continuava entristecida, quando Regan fala com ela.

- Ok, depois conversamos então.

Quando Kerrigan fala Istíria sorri, mas seus olhos estão mais tristes que antes.

- Verdade... que bem faria ao mundo?

Quando Faustus faz seu "truque" com a adaga, ela treme ao ouvir o seu comentário e fala:

- Ei, como assim "nem sempre pára antes de chegar ao cérebro"? Não é melhor tentar outra coisa?

Mas a fala da jovem é interrompida pelo golpe. Ao ter o sonho e acordar ela está visivelmente abalada.

- Por que nunca me avisam antes de coisas assim?

Ela pega um pequeno espelho e tentar ver o local onde a adaga havia perfurado. Ao mesmo tempo ela tentava focar sua mente. Ela estava cansada de visões, já não bastava o que ela tinha passado, ainda tinha mais essa?

- Faustus... o que essa droga de adaga fez comigo?

Ela tremia visivelmente, a imagem mostrada realmente a havia abalado.

-------------------------

Um tempo depois enquanto estava com Saeko e ouvia os comentários ela fala:

- Por isso que eu nunca senti vontade de morar por aqui. Você tá bem Saeko?

Istíria segue para fazer sua parte da missão, usando visão da verdade para localizar os lefeus infiltrados entre a população. E sem baixar a guarda por um minuto.




Vendar

Vendar estava prestes a pular entre Sarah e Thormy, quando Mellody resolve tudo. Ele então simplesmente acompanha a todos. Ao ver o palácio e após isso ver sua dona, a dama Carmesin, Vendar então fala:

- Boa noite e obrigado pela hospitalidade.

Ele então aguarda os demais, e principalmente os diplomatas, fazerem o que tem que fazer.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por martafofa em Seg 19 Jan 2015 - 18:09

Glória:

A meio-elfa olha espantada e preocupada para a cena com a adaga e pergunta:

Faustus, meu lindo, essa adaga deveria fazer isso mesmo? É normal a pessoa ficar desse jeito, pálida e meio dura, depois do uso da adaga?

Ela pensa em pedir para a outra abençoada ficar para poder se recuperar desse incidente, mas quando se vira para falar com ela, a garota de cabelo rosa já havia saído para a missão externa.

Fantasma:

A moça de roxo já sabia que poderia encontrar algumas dificuldades ao entrar nesse grupo, mas ver discordâncias já no primeiro dia era exagero. E que por conta desse desentendimento essa parte da missão poderia ir mal, por nem ter sido planejada direito. Mas pelo bem da missão, ela dá as orientações para os aventureiros dizendo:

Olhem por onde andam, não liguem para a maioria das coisas que verem, pois vocês não são daqui e nós já estamos acostumados com a maioria das iniquidades que acontecem por aqui e que elas aumentam muito na época do carnaval. Se tiverem que tomar satisfações por qualquer coisa, por favor coloquem as máscaras, minha amiga disse que vocês são muito violentos ao tomar satisfações entre vocês, imagina se for com alguém tão "amigável" quanto só os habitantes daqui sabem ser com estrangeiros e pessoas de outras raças.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por klebersm17 em Seg 19 Jan 2015 - 21:10

Arn

O paladino, ficava apreensivo ao ver Faustus usar a adaga. Ele não fazia ideia de como era o método de compartilhamento de memórias. Mas ao ver que Istíria se levanta ele fica completamente aliviado. Depois de analisar tudo que viu ele então decide expor o que sua mente pode raciocinar.

- "Por favor, precisam ouvir o que eu tenho a dizer." - quando consegue a atenção dos que ainda ficaram ele diz:

- "Quanto ao lefeu metamorfo, o Zirradack. Esse lefeu ele não usa disfarces ilusórios, ou magias ou habilidades sobrenaturais para parecer com outra coisa ou alguém. Seu corpo realmente toma aquela forma. A matéria-vermelha que compõe sua estrutura, se molda e realoca para ficar com os mesmos traços anatômicos e físicos do ser ou coisa que ele quer assumir. Logo, acredito eu, que a Visão da Verdade não deve funcionar com ele. Apenas detectar aberração, pois apesar de seu corpo assumir outra forma, ele ainda é um lefeu."

- "Em relação ao Vuroktril, ele está muito aperfeiçoado para um Vuroktril. Acredito que os lefeus estejam aprimorando seus indivíduos. Devemos lembrar que na Anti-Criação, os lefeus conquistaram e assimilaram tudo que existia, logo eles não evoluíam mais. Porém, aqui em Arton, eles encontraram um mundo novo, e querendo ou não encontraram oportunidades de evoluir. E pelo visto eles estão fazendo isso e bem rápido. Eu recomendaria cautela, se preparem para enfrentar uma criatura com nível de poder de um Dragão-da-Tormenta. Sim, pois o Vuroktril na verdade é o Zirradack que assumiu a forma do Vuroktrill, então pode ser que ele se transforme em um dragão-da-tormenta. Finalizando, estou cogitando a possibilidade de partes das minhas habilidades não funcionarem. Pensem que talvez os lefeus estejam se adaptando a nossa Criação."


Última edição por klebersm17 em Ter 20 Jan 2015 - 20:37, editado 1 vez(es)

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por serial101 em Seg 19 Jan 2015 - 22:34

Kyle continua fazendo o que ele estava fazendo, mantendo o disfarce para manter a vigilância e estar em posição na hora do ataque.

Cesar por outro lado revisava seus conhecimentos sobre o psiquismo. Embora ele achasse que eram pseudo-magia de segunda agora poderia ser util.

Ao chegar ao castelo ele pergunta ao capitão:

- Senhor, permissão para descer a terra. - Esperando que ele assim permita ele desce.

A verdade era que ele dificilmente seria tão submisso, mas preferia conquistar a confiança do capitão não demonstrando nenhum plano ou esquema, ao menos enquanto não sentisse necessidade deles.

Ele espera que a altura não seja muito, mas mesmo que seja ele não tem motivos para agir de outra forma. Ele concentra sua coragem e vencendo o medo natural de sua raça ele corre contra o tombadilho, passando pelo deck superior e pulando contra o solo com seus cascos fendidos.

Off: role atletismo para cair de pé; reduzir o dano é um efeito desejado.

Ele cai de pé no gramado do castelo, entre o pó que se levanta e a cratera que se forma por seu corpo musculoso ele apenas pensa: "bela entrada dramática".

Ele se aproxima de Lady Carmesim e para a uns poucos metros dela, onde faz uma mensura.

- Sou o Augustos Cesar Marcus Terceiro. Senador de Tapista e Deus Menor das Fortalezas. Peço que humildemente aceite a esses homens e mulheres em sua morada por mim protegida. Temos noticias ruins e desejamos informação. O preço dessas informações pode ser discutido sobre a qualidade das mesmas.

Ele espera que ela absorva as informações.

- Acredito que seja de bom tom que nos desculpemos pelo ataque a seu animal. Não sabíamos que esse animal tão único lhe pertencia.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Mamorra em Ter 20 Jan 2015 - 0:20

-- Seu Imbecil!!! Como ousa ameaçar pessoas inocentes?! Ainda mais nossa prima??? És retardado? Mereces o que recebeis, seu mentecapto. -- Disse Altria furiosa após a Mellody fazer a lâmina copiada dele sumir -- Mas... Desde quando sabes copiar armas? Sempre tiveste a Destruidora de Mundos, arma de nosso pai. O que fez com ela? Explica-me. Assegura-me que es meu irmão!

-- Você gosta de dormir sem nenhuma peça de roupa. Inclusive você detesta usar essa armadura. Acha que ela reduz seus movimentos. Preferiria usar... -- Disse Thormy sorrindo -- Do mesmo jeito que a Melissa gosta de ser amar...

-- CALE-SE!!!!! -- Gritaram as duas antes de avançarem rapidamente em direção ao castelo da Lady Carmesim.

-- Tá bom. Me excedi... Peço desculpas, milady Donovan. Minha prima nunca corria perigo, pois não copiei a Excalibur da minha irmã. Copiei uma réplica que havia visto há algum tempo. Dá pra me por de volta ao normal? Não posso ficar assim. Há muito em jogo... Por Favor... Perdoe-me...

E, em silêncio Thormy seguiu as outras. Sabia que demoraria para que elas o perdoassem.

Ao chegar, Melissa logo procurou pelo irmão com os olhos e preocupou-se ainda mais quando não o viu. Altria foi até onde a vampira conversava com Alexander e logo fez uma mesura.

-- Milady, Milorde Silloheron. Eu me chamo Altria do Deserto e estes são meus companheiros. Estamos caçando um grupo de Lefeus e indo resgatar uma inocente. Gostaríamos de saber se a senhora, Lady Carmesim, viu alguma atividade Lefeu pelas proximidades ou se viu alguns de nossos companheiros, Lucian Silloheron, irmão do Favorito de Tenebra, e Borandir Silloheron, seu filho. E, como pagamento, basta dizer o que desejas e, se eu for capaz de lhe fornecer, ficarei feliz em fazê-lo...




Kaira seguiu em silêncio em ao lado da Mayra. Ela deixou sua espada, Ruína, enrolada em panos, para impedir que ela a tocasse muito, tentando evitar sua influência. Após Mayra dizer o que iria fazer, ela encostou-se em um canto e aguardou mais ordens.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por windstorm em Qua 21 Jan 2015 - 18:47

Istíria

Durante a reunião:

Após falar com Faustus e ver que ele não estava reagindo, Istíria fica irritada, ela não se sentia bem de forma alguma após o que aconteceu e a paciência dela estava por um fio. Ela vai até Faustus, pega ele pelo colarinho e começa a sacudí-lo como se fosse um boneco.

- FAUSTUS!!!! O QUE ESSA ADAGA FEZ COMIGO? O QUE FOI ISSO? SE VOCÊ TIVER FEITO ALGO EU VOU... EU vou... eu.... vou....

Logo faustus se recupera dos sacodes e vê que Istíria não está mais o segurando, e sim se apoiando nele, completamente fragilizada, com lágrimas caindo dos olhos.

- ... Faustus... diga... o que ela fez?... tem que ser...

Ela chorava timidamente.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Dornelles em Sab 24 Jan 2015 - 23:23

Dornelles

Uma druida vampira. Pois bem. Dornelles tentaria negociar com a "irmã" na linguagem secreta, para que não houvesse interrupções por parte do resto do grupo.

-Madame Carmesim, é uma honra e um prazer conhecê-la. Meu nome é Dornelles, druida da Mãe da Palavra. Perdoe a intromissão e o drama infindável dos meus companheiros, mas nossa missão requer que assim seja. Que interesses teria a madame, para nos fazer uma proposta inicial? Que podemos fazer por uma filha da Mãe Noite de tamanho poder e beleza? Aceitaria como paga uma oferta de um favor a ser cobrado no futuro, de valor equivalente ao prestado hoje?


Última edição por Dornelles em Qua 28 Jan 2015 - 16:09, editado 2 vez(es)

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Lienn em Seg 26 Jan 2015 - 18:19

Faustus:

*Faustus apenas abraça istiria e diz:*

-Calma, você vai ficar bem pequena, os efeitos são apenas psicomatemáticos, são de origem psicológica, fique calma e com o tempo vai passar e senão passar eu vou ajudar você não se preocupe.

*Ele da um beijo na testa de Istiria e depois vira para gloria e diz:*

-Amor fique calma, esta tudo bem e vai passar logo ....

Arthur:

*Arthur, olha a cena  um pouco incomodado pela adaga, mas depois de tudo aparentemente resolvido ele fala*

-Arn você vai para linha de frente, logo deve estar com equipamento mais pesado, só por garantia, leve a Excalibur, se algo acontecer com a sua terá a minha, não haverá mais do que demônios pequenos para eu enfrentar então não a necessidade dela lá.

*ele entrega a arma e sai com Sanosuke deixando a abençoada sendo cuidada por Faustus*

*Na rua, Arthur realmente se enfurece, em alguns momentos ele pensa em agir, mas ele lembra de sua verdadeira e unica missão, por ais que aquele povo tenha hábitos nojentos e deploráveis, perto do mal da tormenta eles não passavam de pobre pecadores, Arthur olha ao redor procurando seu alvo para  prevenir qualquer dano mais grave causado pelos Lefeus mas vai intencionalmente tentar impedir os crimes que puder .*

Emilly:

*Emilly apenas olha a cena preocupada e depois vira para regan*

-Tem algo que possamos fazer ?

Adalinda:

*Adalinda olhava a cena interessada e diz:*

-O pessoal da rua já esta indo e nós também temos que ficar prontos logo, sugiro nos aprontarmos o mais rápido possível...


*Adalinda olha para eles com uma cara entediada e diz:*

-Istiria fique calma, vai ficar tudo bem, qualquer coisa eu e Faustus damos um jeito... Não se preocupe


*Já na rua com Istiria, Saeko usa o olhar mais assustador que uma samurai pode ter para afastar o povo e impedir qualquer gracinha mais forte por parte de qualquer um, olhar no olhos da samurai é como olhar para a morte certa e mesmo ela deixa uma aura de punição e morte ao redor dela*

Sombria

Alexander:


*Alexander Olhava para vampira com raiva, pois a mesma o estava fazendo perder tempo precioso, mas ao ver Dornelles negociando com ela na lingua dos druidas ele espera com cara de quem comeu e não gostou para a situação, Alexander não tocara em nada desde que chegara e olhava para comida com certo desprezo e falta total de animo, ele apenas aguardava que Dornelles falasse o que ele estivesse falando para poderem continuar a buscar sua irmã, mas sombria era enorme e um inferno escuro,naquele momento Alexander estava realmente preocupado*


Última edição por Lienn em Ter 27 Jan 2015 - 15:31, editado 1 vez(es)

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por klebersm17 em Seg 26 Jan 2015 - 20:10

Arn

O paladino não tem nem tempo de agradecer a Arthur, ele segura a espada desajeitado, era muito grande para ele equilibra-la, apesar de sua imensa força. Ele então apoia espada com a ponta da lâmina no chão, e olha meio sem graça para o grupo e diz:

- "Não posso sair pelo castelo com essa espada enorme a mostra. Alguém me ajuda a esconde-la? Se é que isso é possível..."

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por windstorm em Ter 27 Jan 2015 - 0:09

Istíria


A meio elfa chorava baixinho por alguns minutos. Após isso ela fala:

- Obrigada, Faustus. Obrigada Adalinda.

Ela enxuga os olhos.

- Eu... acho que vou ficar bem.

Ela vê Arn com a espada.

- Ei, se for usada uma ilusão nossa inimiga não notará? Faustus, você tem como disfarçar essa arma por meios mundanos?

Ela então aguarda e logo sai para as ruas.

Nas ruas ao olhar para saeko ela diz.

- Truque util esse, queria poder fazer o mesmo. Pouparia muitas dores de cabeça.

Ainda sob visão da verdade, ela tentava cumprir a parte dela no plano.


---------------


Vendar

Vendar olhava para a cena, e ao ver Dornelles conversando na lingua desconhecida, ele pensou que foi inteligente da parte dele usar a língua nativa da vampira. Isso ajudaria bastante. Após um olhar de aprovação para ele, o desafiador simplesmente espera o termino da situação. Ele estava prestando muita atenção na conversa, e esperava seu desfecho antes de tocar na comida.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por martafofa em Qua 28 Jan 2015 - 13:30

Glória:

Depois que a mocinha de cabelo rosa sai e meio que sai da hipnose provocada pela paixão pelo Faustus, a meio-elfa diz:

Amor, a Adalinda tem razão, temos que nos arrumar para a parte da missão de hoje. Eu vou me arrumar e ficar bem linda para a festa de hoje.

A abençoada dá um abraço no Faustus, o beija e depois vai para o quarto se arrumar. Ela refaz o pedido de ajuda no disfarce para o Regan.


Fantasma:

A moça mascarada anda pelas ruas de Ahlen procurando pelos alvos da missão esperando o sinal para que possa bater neles.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Dornelles em Qua 28 Jan 2015 - 17:32

Alexander:

Alexander respira fundo, pega uma xicara de chá, olha para a vampira e diz:

Viemos atrás de um Lich que obviamente você viu passando em suas terras e não fez nada para impedir. Deixou ele ir com seu exercito de anti-criação para onde ele quis, certo ?

Beberica mais um pouco o chá e olha para a vampira.

-Sabe que aquela aberração vai andar por Sombria espalhando Caos vermelho e destroçando todo que estiver em seu caminho, mas claro que não se importou com isso, deixou aquele mentecapto passar.

E agora quer saber o que estamos dispostos a fazer para que nos ajude.

Eu vou te dar uma ideia: se esse Lich após o ritual que ele quer fazer começar a espalhar corrupção por Sombria acha mesmo que Tenebra vai ter tempo de olhar para seu lado do plano? Justamente porque provavelmente Tenebra gostaria que você fizesse algo contra este nefasto ser.

Façamos o seguinte, eu sei o que você quer: o sangue do minotauro. Mas você vai realmente vai beber sangue de boi quando eu posso lhe arranjar algo melhor? Sangue de uma fonte que vai realmente lhe saciar e não será dor de cabeça para nós no momento? Seguinte: eu posso permitir que tenha acesso ao sangue de meu irmão mais novo, sabia? Paladino da extraplanar Valkaria e se diz um “deus do heroísmo”

E para garantir que ele faça isso após salvar minha irmã, você pode usar de magia em mim, não irei resistir a ela. Se for de seu agrado também, e se o Senador ACM  e “deus das fortalezas” não se importar não se importar, ele também poderia ceder um pouco do seu sangue. Você sai ganhando, eu pego minha irmã de volta e de quebra ainda sai com sangue de duas criaturas “divinas”. O que me diz ?- pergunta ele pegando mais chá e um biscoito em sua outra mão enquanto aparenta frieza digna de um mago.





ACM Neto:
O Augusto - Cezar Marcus III – Também Conhecido como ACM Neto

ACM Neto não se senta, ele fica de pé e não se serve de nada.

- Confesso que me sinto em desvantagem aqui, eu preferia ouvir a sua proposta antes de oferecer algo. Mas se esse é o costume, assim faremos.

- Posso argumentar com a lógica, tenho certeza que você sabe como Ninvenciuén terminou, e decerto não quer que isso aconteça aqui. Se nos apresentar as informações que necessitamos, podemos evitar esse desastre sem que vossa pessoa tenha nenhum trabalho.

- Posso ameaçar, é claro, afirmar que seria capaz de matá-la. Seria um erro da minha parte, mas garanto que posso reduzir qualquer fortaleza a escombros. Sem minha proteção, nenhum lugar é seguro. É uma das vantagens do cargo que possuo. Com uma palavra minha, nenhum domínio se mantem de pé.

- Posso até mesmo implorar, humilhar-me se isso a diverte. Não existe sofrimento que não possa suportar, ou dor que não possa receber. Posso fazer tudo isso, mas não o farei. Ouça esta que é a minha proposta final: Ofereço a você possibilidades. Toda a magia está à minha disposição. Um único desejo seu e ele será atendido. Diga seu preço e tudo que está a disposição do mais poderoso dos mortais estará à sua disposição.

Dornelles
Dornelles:

Dornelles não fez desfeita à oferta. Serviu-se de comida e também fez um prato para Volg, que comia ruidosamente, feliz. Ouvindo os argumentos dos seus predecessores, Dornelles responde:

-Senhores, não ofendam nossa anfitriã considerando que sua única preocupação seja com a alimentação. É ofensivo supor tal coisa, e antes mesmo que Lady Carmesim responda, rebato eu seus argumentos falhos: se alguém invadir seu terreno, não é necessariamente SEU dever ir lidar com os invasores, Alteza. Todos aqui somos pessoas com servos, empregados, atendentes, subalternos e assessores em geral. A menos que sua vida seja tão desocupada e desinteressante que considere sua responsabilidade lidar com todo e qualquer viajante, Alteza, não há motivo pra supor que seja diferente com as outras pessoas.

E digo mais: é de uma falta de caráter quase criminosa oferecer algo que não é seu. Não ofereça sangue de outrem se outrem não expressar concordância por extenso. Família ou não, isso é algo ridículo de se fazer. Caso esse hábito se espalhe, boa sorte expulsando pessoalmente as pessoas convidadas a passarem as férias em sua propriedade sem que você tenha autorizado.

Voltando-se para ACM, prossegue:

-Quanto à sua parte, Excelência, acho pouco sábio entrar na casa de quem lhe convida e fazer ameaças veladas. Não estamos em Sessão Extraordinária do Senado de Tapista, tampouco seus interlocutores são os mesmos. Estamos como convidados, e devemos demonstrar a devida deferência para com nossa anfitriã. Decerto Vossa Excelência não toleraria que um convidado seu dissesse que espera algo de sua parte após dizer que poderia reduzir sua terra a cinzas. Sua oferta tem mérito, mas a exposição de sua proposta foi deplorável.

Quando chegamos, eu havia falado com Lady Carmesim oferecendo um favor a ser cobrado no futuro, considerando que não a conheço e tampouco vou agir baseado em suposições errôneas ou pré-conceitos. De minha parte, a oferta permanece, em termos mais claros: ofereço um favor a ser cobrado por ela, ressalvando que não ofereço minha vida tampouco a do meu lobo, nem realizo quaisquer atos reprováveis por minha patrona. Caso eu morra antes de esse favor ser cobrado, sua validade passa para o meu sucessor, nos mesmos termos, e assim sucessivamente, até que o contrato esteja cumprido. Se a oferta for aceita, realizo pessoalmente o pedido.


Lady Carmesim:
A vampira acompanhou cada apresentação e todas as falas, com calma, antes de responder.

- Eu sei onde está o Lich, e sei onde está o Deus do Heroísmo. Embora nunca tenha ouvido falar de sua família, ou me interesse pelo assunto, ele está acompanhado de um rapaz, talvez seja este filho. Milorde Silloheron, minha obrigação com Tenebra, de quem tenho mais conhecimento que o senhor, e a quem tenho muito mais apreço, consiste em proteger esta terra. Então, não, o que o Lich faz fora daqui não me interessa minimamente. Entretanto, eu sei.

- Também gostaria de lembrar aos senhores que, mesmo pateticamente enfraquecida, Glórienn não se livrou pessoalmente da área de tormenta em seu mundo porque não quis. Se este Lich se tornar um problema tão grande não duvidem, senhores, eu sei que a Mãe Noite será eficiente em se livrar dele.

- Por sinal, Divino Cezar, sua ameaça é vazia. Retorno a lembrá-lo, sou senhora desta terra. Não de suas construções, mas da própria terra. É por minha presença que o Lich não se estabeleceu aqui, e não pense que a casa seja mais segura por meras paredes. É grande vosso poder, mas para mim, nada significa. Magia por magia tampouco me interessa, possua minha própria. Diz-me, porém, o que poderias fazer por mim com tamanho poder.

- Eu aceito o sangue daqueles que se me oferecerem, e admito que o sangue de dois deuses é uma oferta de encher os olhos. Se o Deus da Fortaleza me der uma garantia de que retornará para ofertar parte de seu sangue, eu lhes darei algo para enfrentar o Lich. Se Milorde Alexander aceitar uma Missão para trazer seu irmão, eu lhes direi exatamente o que encontrarão. E da magia do Augusto Deus das Fortalezas, espero apenas que suas bênçãos recaiam sobre os que vivem em minhas terras, mas se dissipem ante minha passagem, um pedido menor para poupar a todos esforços desnecessários. Se puder oferecer algo mais tentador, então vocês terão minha hospitalidade, não por hoje, mas enquanto durar a boa vontade do deus, inclusive para curar as feridas após a batalha que está por vir.

Quanto a Lorde Dornelles, se fores capaz de aumentar a safra, não das colheitas, mas do sangue em minhas terras, então este será o pedido que eu faço. E, confiando nas palavras de um servo de Tanna-Toh, que não diz inverdades, e ainda um colega nas artes do druidismo, é pelo senhor que darei a mais crucial informação.


ALTRIA
Altria:



Altria achou estupidez negociar sem antes ouvir os termos, mas parecia que a vampira havia gostado do que eles ofertaram. Assim, ela viu que não havia muito que fazer.

Me parece que os termos já foram acertados. Então, se pudermos finalizar essa negociação, precisamos partir o mais rápido possível.


ALEXANDER

Alexander olha para Dornelles e diz:

-Dornelles, a dinâmica da minha familia permite-me tomar esta liberdade quando um de nós está em perigo extremo, então não se preocupe, o que eu fiz não será preocupação para meu irmão, ele daria um braço para resolver o que estamos fazendo... e quanto ao sangue do Senador, eu não o ofereci, disse que se ele não tivesse problemas com isso ela poderia ter o sangue dele. Não cheguei
realmente a oferecê-lo, mas o resto realmente para mim não é importante.

Minha maior preocupação é minha irmã e o resto é secundario, se Tenebra cair na besteira de fazer o que Glórienn fez, ela é fraca como Glórienn e merece ser destruída e isso ainda não é uma area de tormenta, é um lich que vai virar, se formos misericordiosos, poeira. E eu creio que muita gente não vai ser... Ele mexeu com a pessoa errada. Lady Carmesim,  logo trarei o que eu prometo, mas primeiro aos negócios. Pode usar sua magia.

Depois ele vira para a vampira e diz

-Odeio quando sou forçado a entrar em um terreno que não é de meu domínio, mas resolver isso de forma mais rápida e satisfatória para ambos os lados é a minha intenção, logo eu não tenho muito do que reclamar. Minha irmã é a maior dádiva que eu possuo e não são certos valores morais de alguns membros deste grupo que vão me fazer perder tempo. E acreditem, estou sendo razoável...



ACM
Marcus ouve com intrigante compreensão.

- Desculpe se meus métodos o desagradam, Lorde Dornelles, mas a forma com que eu trato esse tipo de negociação cabe apenas a mim. Dito isto, necessito de sua arma. Como pode ver – Ele mostra seu arco preso às costas – não costumo carregar lâminas.

Uma vez que Dornelles a entregue ele faz um corte no antebraço com lâmina na vertical, de forma a não cortar nenhuma artéria vital.

-Lady Carmesim, não é de minha intenção retornar. Então venha e sacie-se, ou a vossa terra. Minhas dívidas eu pago sempre que me forem cobradas. Como disse, não há nenhum sacrificio que eu não seja capaz de tolerar.

- Eu oferecerei minhas bênçãos a seu povo, mas não posso permitir que elas não sejam dadas a seus inimigos. Uma chave que abre diversas portas é uma chave mestra, mas um cadeado que se abre a qualquer chave é inutil; apesar disso, creio que não lhe faltam recursos para superar esse tipo de desafio.

OFF: Uso um Milagre pra emular os efeitos do talento de Domínio da Proteção a quem precisar dele nessas terras. Não sei como isso funciona, no D&D seria a magia do Domínio com o talento metamágico Magia Duradoura.

E, Alteza, não considere alguém fraco porque não pode ganhar suas batalhas, algumas vezes é um grande sinal de força reconhecer que se precisa de proteção. Glórienn reconheceu isso e hoje A Força é sua maior aliada.

Alexander


Alexander olha para o dito cujo e diz:

Ô seu pacote de bosta, se você estiver com preguiça nessa sua bunda táurica eu te sangro feito o boi que você é, mas depois de salvar minha irmã. Segurem seus recursos mágicos para a hora do combate, não sabemos o que está por vir, então deixe de ser uma vaca no cio e mantenha o foco na missão, sem distrações agora, já temos o que precisamos por ora, não estrague tudo.



ACM

-Primeiro, essa não me parece ser a educação apropriada a um príncipe, mesmo um humano. Segundo, eu não preciso me preocupar com o meu sangue derramado, ou minha magia sangrada, meus grandes poderes, aqueles mesmos dos quais vossa alteza fez desdém, permitem que eu esteja em perfeitas condições até sua necessidade. E meu novo aliado - ele indica o navio - me permite transporte e descanso. Mas se isso o assusta, não tem problema.

Tão logo a vampira faça o que achar melhor com o sangue, ele simplesmente passa a mão sobre o ferimento por alguns segundos e ele fecha.
OFF: Teste de Medicina para estancar o sangramento, +43 pra fazer o teste.


DORNELLES


-Não posso impedir que ajam como bem entenderem, mas agir com arrogância, imprudência ou negligência não traz nada de bom. Especialmente com a Tormenta, outros planos ou outros grandes aventureiros de pavio curto. Posso ter me tornado um druida, mas ainda sou servo de Tanna-Toh e fico incomodado com "barbárie", como faziam troça tempos atrás.

Especialmente nobres com linguagem de marinheiro de doca. Isso é algo desnecessário. Entendo a preocupação, mas como foge ao controle, xingar não resolve, tampouco ofender gratuitamente os companheiros.

De minha parte, Madame, comprometo-me a resolver seu pedido com meus aprendizes o mais breve possível. Tenho em meu bosque plantas híbridas que podem ajudar bastante. Mens sana in corpore sano seria algo que resolveria grande parte do seu problema, e posso ajudar com isso.

Pessoalmente, sou contra o uso desvairado da magia, seja arcana ou divina, embora reconheça sua utilidade para resolver com celeridade determinados problemas. Farei o possível para sanar seu problema da maneira natural.

Um jardim bioluminescente com os vegetais híbridos, alguns tomates-titã, abacaxis-cereja, feijões-couve, libélulas-dragão pra defesa, joaninhas-estrela também, adicionando os morcegos locais, que ainda ajudariam a fertilizar as plantas...

*Dornelles se perde em divagação por um minuto, falando sozinho e planejando uma plantação digna de um latifúndio em Sambúrdia, suficiente pra alimentar uma tropa inteira de doadores de sangue dedicados à causa, bem como proteções contra pragas e afins*

Quando volta da viagem mental, Dornelles pede desculpas:

-Alguns hábitos são difíceis de perder. Mas tenho como resolver seu problema. Especialmente com um dos meus discípulos, que pode vir ajudar. Se não tiver algo aqui, traremos.-diz, sorrindo. As ideias fluindo por sua mente o deixaram de bom humor. Serviu-se de mais um cálice de vinho, pensando que talvez pudesse dispensar as uvas que planejava trazer. As parreiras locais já eram boas o bastante.

Volg:
-Vai sobrar pra mim carregar parte disso, quer apostar?-suspira Volg- É sempre assim, quando ele entra no modo pássaro e sai voando, acaba sempre sobrando pra mim...

Volg volta a mastigar um osso enorme do resto do seu prato, ainda amuado.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Monteparnas em Sab 9 Maio 2015 - 2:41

Sombria

Após as negociações, Lady Carmesin recolhe o sangue de Cezar em um jarro, pressionando o braço do Minotauro de forma indolor, mas aumentando o fluxo até estar satisfeita, então deixa o grupo em seu jardim por alguns minutos. Ela volta com uma esfera que parece de cristal, mas de aspecto estranhamente pouco sólido para um mineral. Era de se duvidar que o item fosse feito daquele ou de qualquer outro material físico.

- O Lich já está muito longe daqui, mas não fora de alcance. Ocultou-se próximo ao Palácio de Tenebra, crendo tolamente que cobriu plenamente seu rastro, e que enganou a mim e à Noite. Normalmente demoraria muito para se chegar àquele lugar. Este, Lorde Dornelles, é meu pagamento por seus serviços.

Uma névoa vermelha como sangue toma a esfera e vaza para fora, e da bruma rubra surge uma imagem. Um mapa de uma região de Sombria, mostrando o jardim onde se encontram e as dezenas de milhares de quilômetros que o separam do Palácio de Tenebra. A imagem foca perto do Palácio da Deusa da Noite e numa caverna profunda, cujos salões titânicos se curvam, contraem e expandem ainda mais sob o peso da Tormenta que corrompe o próprio espaço.

A imagem ganha brilho e matéria, e se move até as mãos de Dornelles. Ele agora tem, em suas mãos, três mapas animados das áreas envolvidas. Dornelles vê marcados no mapa as posições, sempre atualizadas, não apenas do grupo, mas de seus companheiros perdidos em Sombria, conforme estes se aproximam da caverna. Também marcados no mapa há pontos de distorções naturais do plano, através dos quais o grupo pode encurtar imensamente a viagem, tornando uma jornada de meses em um passeio de algumas dezenas de minutos.

- Sua ajuda mui prestimosa, prezado colega das Artes, não apenas dará saúde ao povo que aqui vive. Usufrua dos mapas, tomei a liberdade de acrescentar informações de seu interesse, como pôde ver. E entrarei em contato, estou ansiosa para ver os frutos que a cooperação entre nossas ordens dará, pois também meus estudantes entrarão em contato contigo.

Alcançando com as mãos o interior da esfera de névoa escarlate, Lady Carmesim tira de lá uma máscara, feita de ossos e tendões, moldada para assemelhar-se a um demônio, e dá a Alexander.

- Teu poder, necromante, é limitado nesta terra onde os mortos já têm uma senhora. Mas com esta máscara, o poder da própria terra será seu. Use-a na batalha, e não apenas terá à tua disposição as tropas de Tenebra, mas o comando sobre a natureza da própria escuridão, e da terra de Sombria.

- A máscara, por comando meu, te sussurrará os segredos do teu inimigo e suas tropas. Ele usará de engodo, mas você verá além. Ele lutará com estratégia pensada a eras, mas tu o forçará a improvisar, um método incerto para uma criatura tão estática. Conhecerás de suas tropas os números e capacidades, e as ordens sob as quais agem. Não será, eu aviso, o bastante para sucederes sozinho, mas garantirá a teu grupo uma vitória certa, mesmo que custosa.

- Assim vocês têm o que vieram buscar, e mais. Agradeço a generosidade das ofertas. Fico no aguardo pelo sangue do Herói dos Heróis, e terão minha hospitalidade quando retornarem, e pelo tempo que quiserem depois disso. Confio em sua palavra, Favorito de Tenebra, e saberei te encontrar se algo te impedir de retornar com teu irmão, não se preocupe.


OBS.: ACM sofreu 10 de dano de Constituição, recomendo usar um Milagre para se restaurar ao invés de apenas estancar o sangue. O Milagre para proteger as terras de Carmesim será um pouco mais amplo e de duração indefinida, já que é dentro do seu campo primário de atuação e sem impacto mecânico na campanha, apenas gerando mais um elemento de cenário.

A jornada até a caverna é célere, graças aos mapas. Em menos de meia hora podem ver sua entrada, e com mais um quarto de hora chegam às profundezas abissais onde o servo morto da Tormenta se instalou. Dornelles observa nos mapas que seus colegas se aproximam pelo ar e entrarão por outra passagem, alcançando por outro caminho o campo de batalha, uma vantagem tática considerável uma vez conhecida, mas poderia ter sido terrível para o grupo se pegos de surpresa.

Entre o grupo e seu alvo, uma horda de insetos monstruosos se extende condensada pelo chão e pelo ar. Uma abertura considerável se abre nos “céus” escuros da caverna, mas Alexander sabe o que aguarda quem seguir pela óbvia armadilha: 4 Kayredrann, os Dragões da Tormenta, suas habilidades expandidas ainda mais pela magia necromântica.


Última edição por Monteparnas em Seg 11 Maio 2015 - 9:23, editado 1 vez(es)

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Monteparnas em Seg 11 Maio 2015 - 9:22

Ahlen

Regan Von Heller:

Regan Von Heller, o pequeno general yudeniano, analisou maneiras de ocultar Excalibur. Os fatores envolvidos eram muitos, e sinceramente duvidava que pudesse fazer muita coisa da forma como Arn pedira. Para começar, ele experimentou uma combinação de Ilusão e Transmutação, tomando o cuidado de conjurar a magia a certa distância.

A espada sagrada, no entanto, não reagiu nada bem. Ela brilhou furiosa, ofuscando quem olhava na direção e um fio de luz seguiu da lâmina, pelo percurso da energia arcana, direto para o mago. Regan se contorceu de dor por um instante, caindo no chão, mas logo se levantou arfando, era apenas uma pequena amostra do que a espada da Vingança reservava para ele.

- Sinto muito, eu não posso fazer muito para ocultar a espada. Mesmo por meios mundanos, eu sequer posso tocá-la. Istíria tem razão, embora uma transmutação que a fizesse diminuir fosse útil, mas não creio que a espada aceitará esse tipo de magia. O ideal é que você tente disfarçar a espada como uma imitação, como parte de sua fantasia. Uma proposição um tanto estranha, mas sua única opção. No entanto, nem eu, nem Faustus ou Adalinda poderemos te ajudar com isso, já que não podemos tocar a espada.

Kerrigan:


A tapistana pegou alguns panos e tecidos diferentes, e envolveu a espada, esforçando-se para fazê-la parecer falsa. Logo depois, todos estavam novamente prontos para a missão que se seguiria, e partiram para o baile, enquanto os outros cinco, já com o reconhecimento feito, se preparavam para conter os Uktril na cidade.

Don Vito Corleone:


No salão do baile tudo parecia calmo, ou tão calmo quanto uma festa de Ahlen poderia estar. A Rainha Vermelha já estava no salão, junto com seu séquito de Demônios e Corrompidos pela Tormenta, escolhendo cuidadosamente seus futuros alvos enquanto entretém a nobreza Ahleniense.

O grupo se espalhou pelo salão para se preparar para o momento combinado. Vito Corleone desapareceu depressa entre a massa de convivas, enquanto Arn chamava atenção desmedida com a enorme espada mal disfarçada. Olhares de desprezo ou entretidos com a peculiaridade da “fantasia” vinham de todo o salão, em direção ao paladino.

Caçadora Sangrenta:


Kyle e Caçadora afetavam os próprios movimentos. Ou melhor, se soltavam mais que o de costume. Aonde outros Desafiadores teriam de fingir falta de naturalidade com o próprio corpo, passando-se por Lefeu esses dois já eram familiares com a geometria e anatomia estranha da Tormenta. Para Kyle, em particular, aquela ERA a sua própria anatomia. Os dois estavam entre os servos mais poderosos da Rainha presentes, já em posição para percorrer o salão e eliminar os outros fora das vistas dela. Afinal, este era o começo do ato final.

Mayra:


Kaira e Mayra estavam do lado de fora, procurando o ponto ideal para a paladina fazer a sua parte, enquanto a tirana ficava de olho na possível intromissão de agentes diretos ou indiretos do inimigo. Mayra demorou algum tempo para escolher cuidadosamente um ponto de sustentação firme, mas estratégico, e estava se preparando para a hora do trabalho, quando Kaira notou a aproximação de uma pessoa.

Uma jovem elfa que caminhava confiante direto na direção delas, com olhos amarelos de fendas mirando os olhos de Kaira.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por klebersm17 em Ter 12 Maio 2015 - 22:03

Arn

O paladino, tenta mascarar todos perceberem sua camuflagem precária da espada. Para isso ele se comporta como um bêbado, alguém que já bebeu todos e foi perdendo partes da fantasia.

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por serial101 em Qua 13 Maio 2015 - 22:18

ACM

ACM avisa ao Capitão Ninguém como foram as negociações, depois disso ele segue para sua caixa azul para descansar um pouco, e mais especificamente se recuperar da perda de sangue. Além disso ele preparou seu carro de guerra, pelas informações que tinha logo precisaria dele.

Carro de Guerra, Pantera IV:

Alem disso ele dificilmente gostava de ficar perto do casco superior de um navio voando, mesmo superando seus medos raciais, Cezar ainda ficava bastante desconfortável com a altura.

OFF: Eu ainda não escolhi as magias divinas além de milagre, posso escolher restauração agora?

Kyle

Mantendo posição Kyle não poderia deixar de notar a ironia, ele que tanto tempo aprendeu a negar sua natureza agora estava em uma posição de ter de fingi-la. O universo era incrivelmente irônico.

Caçadora lhe parecia em situação equivalente, ele pensava que tipo de vida alguém como ela poderia ter tido para se encontrar entre estrangeiros dessa natureza e ainda parecer em casa, mas ele não ia perguntar. Quem ele era para se intrometer, sem falar que poderiam ser memórias traumáticas e nem todos eram tão estáveis psicologicamente quanto ele mesmo.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Mamorra em Qui 14 Maio 2015 - 23:43

Enquanto isso, em Norm...:


-- Adeus, Lenneth.



Aquela frase ecoou pela mente da Lenneth enquanto ele seguia para a janela. Não seria bonito ele saindo do quarto de uma dama, ainda mais da noiva de tal evento. Gilgamesh apoiou-se na sacada e preparou-se para pular. Aquela seria a ultima vez que se encontrariam, e isso aterrorizou Lenneth.

-- Espera!!! Não vai!!! – Gritou ela enquanto corria até o Rei do Deserto.



-- E porque eu deveria, Leão de Khalmyr?– Questionou ele -- Devotei minha existência a você e não consigo ao menos um sorriso seu, muito menos um sinal de aprovação... Lembra-se da primeira dança que compartilhamos? Da noite em que você deu um beijo tão gentil e um soco tão violento que levou seis dentes de um jovem garoto com sonhos de grandeza? Da noite em que se tornou a Donzela de Ferro, apelidada pelo garoto que sangrava pelo nariz e dentes quebrados, só por não ser um cavaleiro e não concordar com o que os cavaleiros faziam? Claro que não lembra, Lenneth. Ninguém lembra. Era apenas um garoto atrevido do Protetorado do Reino, que deveria fazer a segurança da festa, mas quis ter uma dança com você e quase desceu às masmorras... Então, o garoto decidiu que se tornaria o homem que a sonhadora sempre quis, mas nunca seria capaz de alcançar tais sonhos. O garoto transformou-se em um Rei idolatrado pelo seu povo. Mas isso foi suficiente? Não. Fui chamado de Herege por não corrigir a idolatria do povo, a pedido dos próprios Deuses. Fui o mais gentil que um homem pode ser ao ser seu primeiro, mas fui taxado como um bruto. Fiz você finalmente perceber que a Ordem da Luz está corrompida, e sou um crápula. Dei um lar à dona do meu mundo, e você me troca por um sujeito que está completamente apaixonado pela irmã do Rei-Imperador, levando meus filhos na barriga para ele... Sim, Lenneth, eu sei o motivo dos seus enjoos.  Sei até que serão dois. Um menino e uma menina... Então não há motivos para que eu fique aqui. Não consigo suportar ver você se transformando numa mártir. Não consigo ver você se forçar a virar o Arthur. Você não precisa ser o que a Arturia imaginou que seria o irmão. Você é muito melhor que isso. Bastaria que entendesse isso... Entendesse que eu amo você! Não o idiota do seu irmão... Apenas seja você. Faça o que você quer. Não o que a Shivara disse pra você fazer. Não o que o Arthur ou o Jack disseram. Mas sim o que você quer fazer, Lenneth. Apenas faça o que quer fazer... Se um dia você decidir fazer o que quer, e se isso me incluir, sabe onde me encontrar...

“Fazer o que quer. Isso é tão fácil pra ele. Tudo é tão fácil para ele. Mas como ele sabe do guarda? Não era ele. Não há como. O guarda era moreno e o encontrei depois em Valkaria... Era mesmo? Não lembro direito...”

Ela pensou, mas a resposta era obvia. Ela sabia o que queria fazer, mesmo sabendo o que isso causaria.



-- Mas e ao casamento?! Todos vieram até aqui esperando um espetáculo... -- Questionou ela.



-- Eles querem um espetáculo?! -- Disse o Rei do Deserto se enchendo de orgulho --  Quem além de mim sabe como fazer um espetáculo!!! Eles terão um espetáculo para suas vidas!!!


Sombria – Horário Indeterminado

Thormy viu os inimigos e estendeu as mãos displicentemente e, sorrindo, virou-se para Mellody.

-- Então, “Senhora” Donovan (se é que chamar assim você não vai me transformar num sapo), colocaras-me por de volta ao normal para eu acabar com eles, ou simplesmente querem perder tempo aqui?! Lembre-se de que quanto mais tempo, mais perigoso para a refém...

Altria e Mellissa olhavam para o velho Thormy sem reconhecer o tom de suas palavras. “Ele não está preocupado com a refém?!” pensavam elas. Ambas ainda estavam com “a pulga atrás da orelha”.

Ahlen – Noite de Baile

Spoiler:

Kaira estava cabisbaixa e pensativa quando viu a elfa se aproximar. Reconheceu de imediato de quem se tratava, mas não sentiu medo. Não sentiu ódio. Não sentiu tristeza. Não sentiu nada. Nem ao sentiu que ele tentava domá-la. Virou-se para Mayra.

-- Mayra, o que acontece com uma arma quando ela quebra?! Ela é substituída. E é jogada fora... Não pensei que demoraria tanto para vir atrás de mim, “Mestre”. Incomoda-se se eu me debater?! – Disse ela desembainhando Ruína.

Spoiler:


Última edição por Mamorra em Ter 9 Jun 2015 - 12:54, editado 5 vez(es)

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por windstorm em Seg 18 Maio 2015 - 0:25

Ahlen

Istíria andava junto de Saeko, sob efeito de sua visão da verdade identificava e memorizava as posições de cada Uktril ou de outros demonios da tormenta que pudessem ameaçar a população. Ela falava enquanto passava as informações para Saeko.

- Bem, agora é só esperar a confusão começar.

Ela avalia se poderia sutilmente manipular a movimentação da população para tentar reunir o maior número de uktrils num só lugar, aparentando que foi apenas uma coincidencia. Caso não haja nenhuma forma ela aguardará.


---------------------------


Sombria

Vendar via a tudo que ocorria.

- Bem, algum dos conjuradores tem como avisar o segundo grupo? Talvez com uma magia de mensagem ou outro meio?

Ele sacava sua espada e analisava o exercito aberrante a sua frente.

- Alexander, sua mascara mostra algum engodo?

Ele olhava ao redor, procurando alguma brecha no exercito. Usava seu conhecimento da tormenta para prever as táticas que seus inimigos usariam, sem deixar de ignorar os efeitos que o lich teria nas estratégias. Ele tentava observar e analisar o ambiente procurando algum ponto fraco na formação inimiga, e alguma forma de diminuir a força dos inimigos.
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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Lienn em Ter 19 Maio 2015 - 22:54

*Alexander olha com cuidado e diz: *

-Não é uma Horda de Lefeus, é bem menor e eu vou fazer algo para equilibrara a contenda

*Alexander usa o poder da mascara e invoca dois dragões lichs e diz: *

-Sabem quem são seus adversários... vão agora !!!

*Adalinda e Faustus apenas olham a festa e fazem acordos naquele lugar  eles aproveitam a festa enquanto esperam o momento certo*

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Re: A Ultima Libertação (In Game) ANO 1418

Mensagem por Dornelles em Sex 29 Maio 2015 - 2:19

Dornelles

Um exército inimigo aguardava, e estavam seguros graças ao presente da vampira. Dornelles pensava que o esforço do qual o grupo havia sido poupado seria utilizado nos planos pra manter a saúde de todos os habitantes da área. Faria Lena aplaudir de pé, quando terminasse tudo o que tinha em mente.

-Vou manter o grupo informado das movimentações de tropas e coordenar as estratégias com aqueles que lidam com a Tormenta há mais tempo.- informou- Vamos fazer esse lich suar frio.


Off: testes de Conhecimento(Estratégia), táticas de combate, psicologia de liches, tudo o que tiver direito, pra dar bônus nos combates. Dornelles vai ficar olhando os mapas pra impedir que ataques surpresa venham pegar o grupo desprevenido, e contra-atacar o que o lich tentar fazer. Avisará a todos em tempo hábil.

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