ESCOLHA TEU DESTINO

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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Valkyria em Sex 31 Jul 2015 - 21:17

Kika continuou a indagar entre aquele grupo sobre o lugar, como conseguiria sair dali, insistia sempre nas mesmas perguntas e ficaria incomodando, tocando em alguma pintura instrumento seja lá o que for estragando a mesma sem querer querendo, movida a uma falsa curiosidade, isso claro se aquele pessoal não começasse a dar informações bem uteis.

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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Dthanatus em Seg 3 Ago 2015 - 17:40

Balvalrim estava obviamente incomodado, aquela situação o irritava, o fedor do sangue do demônio maculando o instrumento que é o presente de seu deus, a falta de ação como a da calmaria antes da tempestade.

TUMM, TUMM, TUMM

O Cruzado começou a golpear o escudo com o machado, assumindo uma postura mais rija.

Para um estranho parecia apenas loucura, ou tédio, mas para aqueles versados na arte da guerra era mais, uma cadência de combate, era o ritmo tambores que indicam aos oponentes que logo havia guerra, que em breve se chocariam com um exército.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Ter 4 Ago 2015 - 18:22

BALRUS

Balrus apanha a mão da elfa entre as suas, fazendo com que ela abra um largo sorriso de satisfação,  em que ela segue arrastando o anão logo de imediato; ninguém a detém ou faz questão de intervir. Ela puxa o feiticeiro até ali perto e o joga por sobre uma lona repleta de manchas secas de tin ta. O herdeiro arcano cai deitado pela surpresa.

Mal ele tem tempo de tentar se levantar, a moça senta em seu colo de modo muito invasivo, deixando-o perplexo. Todavia, nenhum dos locais parece dar a mínima para o que está acontecendo entre eles. Assim, antes que o pistoleiro mágico tivesse mais ideias erradas ela abre uma espécie de estojo,  que lembra a ele o seu próprio estojo de ferramentas. Dele, ela apanha pincel, paleta e tintas. Ela limpa a cicatriz da barriga com um pano umidecido com um tipo de álcool, ou outra coisa de cheiro forte, que seca rápido. Com um lápis, ela começa a demarcar espaço por sobre uma das cicatrizes dele. Em nenhum momento ela parece estar a ligar para qualquer indagação dos seus motivos. Provavelmente Balrus se fez entender errado.

O que ela poderia estar a fazer com ele, ou melhor, nele.

A elfa exótica apanha algo que deveria ser um tipo de base e começa aplicar sobre a cicatriz da barriga do anão. Depois, olha um instante e, apanhando um dos pinceis, começa a pincelar algo. Balrus sente um  molhado sobre a pele, que some para dar uma sensação de algo como um tipo de couro sobre o local. O que ela podia estar desenhando?

KIKA

Desafiar-se, testar-se, isso era o costume local, mas Kika não queria jogar esse jogo nem adentrar na cultura, ela desejava apenas seguir em frente. Assim, dando uma de intrometida, ela começou a insistir, mas de forma inegavelmente a testar a paciência dos visitantes locais. Para a sua surpresa, a maioria entendeu a sua intenção, enquanto que apenas alguns mantiveram um sorriso amarelo bem forçado: era um duelo de paciência.

Um tempo passa, e ela segue em seu duelo, a sua maneira. Alguém ali tinha de falar o que queriam, se não por educação, pelo menos para se ver livre dela.

E foi quando ela estava num debate não-tão-interessante com um minotauro pintor, em que ambos se alfinetavam passivamente com tinta: primeiro a m aga tocou sua pintura, então ele derramou tinta na mão dela para que sentisse a oleosidade do pigmento, dai ela sujou o rosto dele, que por sua vez um desenho em sua testa com uma pincelada (mas que ela não podia ver o que era sem ajuda).  

Ambos ostentavam um grande sorriso falso, parecendo que tudo poderia explodir a qualquer momento, quando um som de metal batendo em metal foi ouvido, atrapalhando todas as atividades, exceto da elfa exótica, que parecia mergulhada em seu próprio mundo de tinta por sobre a sua tela, que era a barriga de Balrus. Balvalrim estava no meio do parque batendo seu sinistro machado contra seu escudo. Incomodados com o barulho, os intelectuais logo começaram a afastar-se do anão, indo para o outro lado do parque. Todos, exceto um.

BALVALRIM


- Ei, meu neto? Vocês meninos não sabem o local das suas brincadeiras? O coliseu é para lá, disse-lhe um velho minotauro, com cara de bode, muito curvado, trajando uma toga e bengala, enquanto apontou por um momento em direção certa. Contudo, o rumo indicado ainda cruzava o labirinto daquele grande centro urbano.

TODOS

Enquanto o idoso se afastava lentamente, a questão que permanecia era uma, mesmo para o anão de sangue arcano com a elfa trabalhando por sobre ele: o que deviam fazer para cruzar o labirinto? Eles deveriam voar como morcegos naquela imensidão azul acima, era tanto espaço que já dava para ficar doente só de olhar?

Enjoo-do-céu: Para os habitantes do subterrâneo a imensidão azul-celeste pode tanto fascinar quanto confundir os sentidos: exige um teste de Vontade contra Enjoo. Na primeira vez, esse mal estar passa em alguns dias. Na segunda, em um dia. Na terceira, em meio dia. Na quarta em uma hora. Na semana seguinte após o primeiro contato, não há penalidades.

..........................................................................................................................

RURIK

O ladino decidiu por permanecer ali e pegar quanta informação sobre as lutas e o tal juramento pudesse. Nisso, toda a guarda ali presente parecia bem disposta a informar e cuidar da ordem, auxiliando os recém-chegados. E embora um ar militarista fosse sempre presente, uma sensação de proteção estava sempre presente no ar, m esmo que os elfos usassem colares de escravos.

Ao perguntar pelas lutas o  minotauro ao lado aponta para a arena e começa a explicar, falando num tom de voz que não combinava com as feições bestiais e a postura poderosa:

- Todos os combates acontecem em forma de julgamento: o chamado julgamento por combate. Não a justiça sem a força, e isso é a verdade.
- Na arena, mesmo um criminoso tem direito a ele, assim como um apelante também ao clamar por justiça. Se o apelante  não pode fazer a justiça, um representante pode receber a hortoga por ele através do juramento sagrado, seja por misericórdia da hiketeia ou voto aos deuses.
- Por fim, tu deves seguir aquela outra fila, aquela com as pessoas armadas. Por lá encontrará alguém que o porá na arena, mas o teu motivo deve ser claro e estabelecido, sem mentiras ou truques e o teu desafio será verdadeiro. Senão, um castigo o esperara
, terminou o m in otauro.

O guarda élfico fica contente em ensina o juramento da hiketeia ao recém-chegado. Ele explica-lhe que deve prostrar-se sem nenhum orgulho diante da pessoa a quem deseja pedir ajuda, está deve ser alguém forte o suficiente para protegê-lo, obviamente. Deve ainda proferir a seguinte litania, sem erro, nem contradições entre suas palavras e a condição em que se encontra, seja material ou formal, pois é tanto um contrato quanto um juramento:

"Venho me oferecer
Em súplica
A ti, mestre,
Venho sem proteção.
Venho sem alternativas.
Sem honra, sem esperança.
Sem nada além de mim
Para implorar a tua proteção.

Em tua sombra vou servir.
Pelo teu hálito vou respirar.
Por tuas palavras vou falar.
Por tua misericórdia vou viver.

Com todo o meu coração,
C om tudo que me resta a oferecer,
Eu te imploro em nome de ***,
Que zela por todos os suplicantes:
ACEITA O MEU PEDIDO."

*** No verso onde deveria ter estado o nome do deus a quem se prende o juramento, Rurik jura ter presenciado o elfo proferir outro nome, mas ele ouviu outro, o de um deus anão: ZAKHAROV, o deus da força.

E agora? Que caminho deveria escolher? Será que deveria explorar mais.


Última edição por Necromancer Ignaltus em Ter 11 Ago 2015 - 11:36, editado 1 vez(es)
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Dthanatus em Qui 6 Ago 2015 - 10:24

Ouvindo o ajuda do ancião, Balvalrim agradece com um aceno de cabeça.

-"Kika, deixe de flertar com seu novo amigo e vamos, Balrus, se de recomponha vamos."


Balvalrim observa atentamente a elfa que pintava Balrus.

-"Você elfa, se puder nos levar a arena, lhe será permitido terminar essa sua obscenidade com Balrus". Balvalrim falou em Valkhar com seu pesado sotaque, na esperança que como os elfos vivos ela soubesse esse idioma.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Pimr em Dom 9 Ago 2015 - 18:43

Estranha boa parte de tudo o que houve, possui noção de que o julgamento pela força é seu fim mas também não engole fácil a ideia de ajoelhar-se para um estranho.
Justiça?
Uma palavra criada por gordos de cintura e algibeira para justificarem seus atos perante o povo.
De toda forma tratou de memorizar os dizeres, quem sabe o que o futuro lhe reserva.
Resolveu então explorar mais a região.
Algo surgiria.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Valkyria em Seg 10 Ago 2015 - 12:11

O que faríamos na arena ?" pensava ela de pé analisando as palhaçadas do minotauro afeminado a sua frente, como não queria perder para ele, antes de seguir junto do Balvalrim ela pegava algum pote de tinta e jogava no rosto do minotauro. Seguindo seu rumo na direção onde o bode velho apontou, visivelmente irritada com tudo aquilo.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Ter 11 Ago 2015 - 12:22

BALVALRIM

A elfa exótica voltou sua face para o cruzado e fez um rosto repleto de seriedade, enquanto acenava a cabeça assertivamente, como se tivesse entendido. E ela entendeu mesmo? Será? Tomará.

Balrus estava debaixo da sua tatuadora, que usava o seu corpo como tela. Aos olhos do cruzado, não parecia que ele ia longe.

Do outro lado, algo se desenvolvia entre a  necromante e o minotauro retratista, que podia acabar mal, ou não. Ambos não estavam sendo hostis, estavam apenas se alfinetando ao ponto máximo da tolerância pelo que o anão via.

Deveria intervir?

........................................................................................

BALRUS

Balrus estava deitado por sobre a lona enquanto a elfa  construía a sua obra de arte por sobre a sua cicatriz. Não havia  muito que pudesse fazer, e Balvalrim parece que agora tinha entrado numa espécie de entendimento com  a arista que envolvia com que o feiticeiro ficasse exatamente onde estava por m ais um tempo; se é que a elfa podia entender o que o cruzado falava. De todo modo, a não ser que quisesse desfazer o trabalho do amigo, o herdeiro do arcano só podia falar  no momento.

Mas, falar do quê?

........................................................................................

KIKA

A necromante apanhou a tinta e fez questão de usa-lá para elaborar uma peça abstrata, cara do dono e pintor.

Sentido-se superior, Kika deu meia volta e já estava rumando para se juntar aos demais quando sentiu como se algo a estivesse retendo. Olhou para trás. O seu manto estava todo esticado, o minotauro o estava retendo, m as n ão punha esforço algum em manter a anã prisioneira. Ele apenas limpava o seu rotos. Limpava o rosto com a sua única peça de roupa.

Quando ele acabou de limpar-se da tinta. Ele olhou olho no olho com Kika e com um meio sorriso de escarnaio, ele disse tudo sem proferir nenhuma única sílaba.

"Sua vez", Kika leu na expressão n o rosto do minotauro

Era um duelo de provocações.

O que ela deveria fazer agora?


........................................................................................

RURIK

Rurik caminha absorvido pela curiosidade, buscava apenas mais informação que pudesse ser útil na sua atual situação. Quanto ao julgamento por combate, ele não estava empolgado para vivenciar por si m esmo isso, m as era vencer ou submeter-se, ou quem sabe ficar ali e se virar de alguma forma.

Apenas caso aceitasse lutar pela liberdade de sua alma, o ladino v ia que não tinha um grupo ainda e os anões que perambulavam por ai pareciam mais confusos do que ele quando chegou. Talvez o primeiro b ando deles que saiu como gado fossem os lutadores? De toda forma agora estava ali e segundo os guardas, toda a metrópole era um labirinto, um desafio para a mente.

O local era amplo e aberto, as pessoas iam e vinham a todo momento. Fora dali havia o labirinto que compunha toda a arquitetura, mas Rurik prestara atenção na última hora e sabia especialmente alguns pontos em que podia confiar.

Aonde deveria ir?


1) Sair rumo a área de espetáculo; Assistir ao tal julgamento por combate não faria mal e ainda poderia falar com todo tipo de gente.

2) Descer para os subterrâneos da arena; tentar assistir aos escravos e gladiadores, encontrar o seu caminho pela parte restrita e tentar conhecer os desafios antes das lutas começarem, um sujeito prevenido v ale por dois, talvez até três.

3) Ir pelo caminho dos desafiantes; Seguir pela fila indicada anteriormente para encarar o seu próprio julgamento por combate.

4) Tentar encontrar o primeiro grupo; Seguir pelo caminho que o primeiro grupo foi já a algum tempo, encarrando o labirinto por conta própria.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Thiago Ferris em Qua 12 Ago 2015 - 11:10

Balrus aguarda que a Elfa termine a tatuagem, não havia muito o que fazer e ela não parecia poder ajudar. Quando ela terminou ele agradeceu e disse que precisava continuar mas esperava poder vê-la novamente.
Foi de encontrou com os outros, queria saber o que iriam fazer. Suas opiniões eram ou tentar assistir o tal julgamento ou já ir pelo caminho dos desafios, mas não tinha certeza se estavam preparados para o que viria.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Dthanatus em Qua 12 Ago 2015 - 16:39

Balvalrim caminha com passos pesados e decididos, na direção geral da Arena, sempre observando atento a todos os que passavam, procurava a possibilidade de um confronto ou emboscada. Pouco após começar a caminhada observa seus companheiros.

"Kika, apenas remova esse incomodo bovino de uma vez por todas, ou case-se de uma vez com seu namorado! Não temos tempo a perder!"

Balvalrim tinha uma expressão seria e bem agressiva, o olho vazado o tornava macabro, a visão perfeita de um guerreiro cruel e embrutecido.

"Você elfa, se vai nos guiar o faça logo, ou eu ponho-lhe a ferros e a açoito até que decida cooperar ou volte a falar!"
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Valkyria em Qui 13 Ago 2015 - 12:16

Realmente kika estava perdida já não tinha mais um caminho para seguir, a principio ela queria apenas sair daquele lugar e ver o seu irmão, mas isso pelo visto é impossível, naquele momento ela deixou o minotauro em paz, e seguiu com o companheiro de grupo para onde o bode velho apontou, no final cansada pelo tédio, não tinha mais escolha seguiria para a arena e lutaria até não conseguir mais ficar de pé.

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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Pimr em Qui 13 Ago 2015 - 14:23

Diante das opções que lhe surgem Rurik fica indeciso entre assistir o julgamento ou tentar conhecer os desafios antes mesmo dos mesmos começarem. Supondo que o primeiro seria aquele que lhe representaria menor risco, decidiu segui-lo.

Off:
1) Sair rumo a área de espetáculo; Assistir ao tal julgamento por combate não faria mal e ainda poderia falar com todo tipo de gente.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Seg 17 Ago 2015 - 6:18

BALVALRIM, BALRUS, KIKA

A elfa terminou mais de uma hora para concluir a obra por sobre a cicatriz do feiticeiro, o resultado foi impressionante. Tratava-se de um desenho, mas pelo angulo em que se olhava, poderia achar que na barriga do anão estava uma fenda funda, cujo interior terminava numa explosão de fogo caudaloso. Qual seria a função daquele trabalho?

Balvalrim estava ansioso para seguir, depois que Kika livrou-se do minotauro, mas a primeira parada não foi longe.

A elfa exótica não os guiou, mas levou-os até um dos guardas próximos, a quem perguntou algo ao ouvido, que seguiu com uma indicação a se seguir. Ele repetiu o processo inúmeras vezes. E, quando o grupo já estava tonto daquele labirinto urbano, por dentro de um prédio entre eles e a arena, eles atravessaram uma porta de serviço e chegaram aonde haviam começado tudo: o local do seu despertar.

Ali, enquanto ainda se recuperavam da surpresa, a elfa falou com outro minotauro, aparentando bastante humildade para ele, e este apontou-lhes um corredor aberto em que várias pessoas seguiam.

Ela era astuta de fato, nunca soube o caminho, mas sabia a quem recorrer naquele lugar da força, onde os fortes devem desafiar-se e proteger os fracos que se humilhavam diante deles.

..............................................................................................................................

Seguiram todos juntos até um afluente que desaguou numa imensidão arquitetônica dedicada ao espetáculo. Ali, um enorme espaço é dedicado as arquibancadas, com uma ordem e trabalho de um excelente engenheiro urbano: acada fila além das escadas possuíam entradas para os corredores internos, que permitia clara facilidade de evacuação como acesso. Todavia, estava claro que ao adentrar dentro das entranhas do coliseu poderiam acabar no labirinto novamente.

Abaixo, na arena, um cenário pouco útil se mostrava, pois haviam muitos obstáculos geográficos e objetos urbanos que impediam a visão do público, embora deveriam servir para aumentar o desafio. Todavia, várias esferas peroladas permaneciam inertes pouco acima, dando acesso em suas superficies a visão abaixo, o que solucionava o problema.

O lugar se enchia de gente, mais e mais.

O público presente é variado: minotauros de toga, elfos escravos e muitas outras raças. Todavia, um tipo se se destaca entre a multidão: indivíduos com claro porte bélico ou o olhar desafiador.

E agora, o que fazer?


1) Permanecer aonde estão; não havia nenhum empecilho imediato em descansar e assistir ao espetáculo.

2) Aproximar-se da arena; o desafio poderia abrir-se ali, era melhor chegar o mais próximo possível e montar uma estratégia.

3) Perguntar várias coisas a algum dos outros espectadores; escolher um dentre os tipos mais comuns e questionar qualquer coisa que queira saber, rodeiam minotauros de toga, elfos escravos, soldados goblinoides, grandes criaturas bárbaras de chifres e rosto semi-réptil, humanos(as) bárbaros, clérigos aleatórios.

4) Aumentar os seus números; é b em provável que outros conterrâneos que ouviram o chamado do desafio possam ter voltado ali, não faria mal procurar e propor uma parceria com algum.


...................................................................................................

RURIK

O ladino optou por conhecer a arena. Lá, ele observou uma enorme plateia, embora tudo  não estivesse totalmente lotado ainda era grande o público. O espaço também não era dos menores. Só agora ao ar livre ele podia dar visão as proporções do anfiteatro. O solo onde deveriam haver os combates possuía uma geografia própria, com obstáculos e arremedos de construções, mas aquilo dificultava a visão do espetáculo por si só, em bora aumentasse o desafio e estratégia para guerreiros mais furtivos e menos corpo a corpo. Logo, porém, o anão avistou peculiares esferas peroladas, que ao se aproximar, exibiam em seus lados o anfiteatro. Assim, quase toda a cena poderia ser vista de qualquer angulo.

O ladino perambulou e encontrou pão e água sendo servidos, haviam outras coisas, de gosto que ele não estava acostumado,  mas exigiam metal em troca: ouro, prata ou cobre. Logo, o a não estava descansando num dos muitos lugares vagos. Não muito longe dele,  conhecidos de vista se preparavam para assistir áo espetáculo do julgamento por combate ou procuravam se encontrar por ali, ainda mesmo.

Em  nenhum  momento o ladino teve o prazer de ver o nobre filho-de-um troll que causara a sua desgraça. O maldito ainda devia estar vivo e em Doherimm. Se, de alguma maneira, ele pudesse passar pelo tal julgamento, talvez pudesse retornar e ter sua revanche.

O que fazer?


1) Aproximar-se de um dos conhecidos de vista; se tinha de obter aliados deveria começar por algum lugar, então melhor que fosse com outro anão conterrâneo.

2) Aproximar-se de um dos sujeitos com ar de lutadores ou guerreiros e puxar conversa:
I - um elfo arqueiro em trajes esfarrapados, II - um sujeito em uma estranha armadura completa de couro e placas amarradas e uma máscara refletindo um homem com raiva, III - um anão careca de meia armadura e repleto de frascos e bombas, IV - um minotauro de toga e barriga proeminente, V - algo como um ser serpente com torso humanoide e quatro trajando uma meia armadura e portando várias armas, VI - uma mulher grande e forte, em roupas de pele de animal e armada de armas de caça.

3) Tentar conseguir algum; praticar a sua ladinagem em algum transeunte incauto, não seria ruim um pouco da moeda local.

4) Permanecer aonde está; melhor ficar por aqui e assistir ao show, um apressado nunca consegue nada.


Última edição por Necromancer Ignaltus em Sex 21 Ago 2015 - 15:10, editado 1 vez(es)
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Pimr em Qui 20 Ago 2015 - 16:12

Rurik vislumbrou a arena por algum momento mas era difícil fazê-lo com todo o vai e vem de pessoas.
Sentiu fome e por isso ficou triste pois sempre imaginou que pelo menos no pós vida tal sentimento não existiria.
Queria comer algo bom para amenizar a tensão que lhe abatia naquele momento, mas algo bom significava moedas, que ele não possuía - ainda.
O local não estava tão cheio quanto ele gostaria, mas decidiu arriscar-se. Afinal, o que poderia lhe acontecer, lhe matarem?

Off:
3) Tentar conseguir algum; praticar a sua ladinagem em algum transeunte incauto, não seria ruim um pouco da moeda local e assim poderia comprar algo melhor do que pão e água para comer.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Valkyria em Qui 20 Ago 2015 - 19:19

Kika encontrava-se perdida, agora sim ao seguir a elfa ela não entendia mais nada, não entendia que tipo de joguinho aquela criatura estava fazendo , apenas a seguiu até um determinado momento, achou estar sendo levada para alguma armadilha quem sabe, assim como ela que não estava presa a adoração do lugar por qualquer que seja a divindade provavelmente existia outros como ela.

No final Kika pegava a elfa pelo braço e já colocava a foice no seu pescoço se estávamos todos mortos a elfa morreria pela segunda vez naquele maldito dia bizarro.-Fale como saímos deste maldito lugar , já cansei das suas brincadeiras...fale ou eu vou cortar sua cabeça aqui mesmo...

OFF: sigo para qualquer lugar até agora não me encontrei no jogo.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Thiago Ferris em Seg 24 Ago 2015 - 11:57

BALRUS não entendia a tatuagem mas tinha a sensação que não era apenas um desenho. Depois de chegarem a arena ele ficou analisando em volta em tentando entender qual seria a melhor opção.
De repente viu Kika atacar a Elfa, ele colocou a mão sobre o ombro da anâ:

- Calma,isso não vai adiantar nada, precisamos pensar mais e agir menos, talvez haja um motivo para ela ter nos trazido aqui.

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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Valkyria em Qui 27 Ago 2015 - 9:07

Kika já estava visivelmente cansada com todo o teatro magico, precisava de mais um motivo qualquer para degolar a criatura sem razão alguma quem sabe, quando sentiu um toque no ombro e palavras que para aquele momento poderia fazer algum sentido, ela nem se deu ao trabalho de encarar o companheiro de grupo.-Motivo? Motivo de perder nosso tempo com as brincadeiras dela e da maioria desses animais... Ela apertava ainda mais a foice na garganta da elfa -Quer saber de uma coisa, vou te dar uma unica chance de se redimir nós tire deste lugar de merda, caso contrario nem precisa mais se preocupar em pintar outra porcaria em alguém, pois eu mesma vou te matar em nome do seu deus fresco...Esperou alguma reação da elfa o melhor seria ela querer lutar assim poupava seu tempo de ficar dando voltas e mais voltas por aquele lugar de merda. 





OFF: não quero saber se ela entendeu ou não foda-se na próxima rodada se ela ficar de mimimi vou matar ela sem mais nem menos.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Qui 27 Ago 2015 - 11:37

(Eu não vou cair de novo no mesmo erro, primeiro vou escrever no word e só dai irei postar agora a tarde. Razz )

BALVALRIM, BALRUS, KIKA

Até aquele momento, Kika havia sido perseguida, torturada, esfaqueada, envenenada, a propriedade da sua família tinha sido incendiada, seu irmão e seus amigos foram todos postos em perigo por aqueles que considerava como seus vizinhos, e, por fim, seu irmão, o seu bondoso e simplório Dûz, foi forçado a assistir a morte dela. Isso deve tê-lo destruído... se estivesse realmente vivo. Assim, seguir uma elfa evitada pelos demais ocupantes da cidade para lá e para cá, em voltas e mais voltas intermináveis, apenas para terminar aonde já haviam começado era a gota final do barril. Agora ela estava pronta para medidas drásticas, muito drásticas.

OFF: ATENÇÃO, ESSE CURSO DE AÇÃO MUDARA A TUA TENDÊNCIA EM UMA CATEGORIA.

A necromante podia estar no fio da navalha, mas Balrus se mostrava uma alma mais resistente. Ele já presenciado a morte de toda a sua família bem antes, e o mais assombroso: visto a própria Tormenta. Embora os fatos e as lembranças fossem nebulosos para si, dado o trauma e tudo, ele já sobrevivera ao pior e isso o fazia a pessoa ideal para manter a cabeça fria nas mais tenças horas. E nisso foi que ele se interpôs afastando a lâmina da maga, antes que ela cometesse um erro que matasse a todos... novamente. Aquele era o lar do Deus da Força e da Coragem, e eles não sabiam quais as regras ali.

Apesar da confusão ao lado, Balvalrim não lhes deu muita atenção, pois seus pensamentos estavam logo abaixo, fitando a arena, onde algo começava a se desenrolar com timidez. Como um servo do Dragão e um guerreiro experiente, ele sabia instintivamente que o que iria ocorrer ali afetaria a todos logo, logo.

OFF: Rolem cada um o seu teste de Percepção, lá na área de rolagens.

..................................................................................

RURIK

O ladino deu uma volta a procura de uma presa fácil, mas o que encontrou foram guerreiros experientes de prontidão. Com toda certeza, se ele fosse pego ladinando ali, eles não o entregariam para a guarda, mas isso não era um fato bom.

Ele andou de um lado para outro, analisando as pessoas com seu trinamento de punguista, mordiscando o pão duro oferecido e bebendo da água limpa e mineral das fontes. Após uma hora, parecia que o ex-guildita teria de se contentar com aquela ração insossa. Mas então, Rurik foi agraciado com um bando de presas fáceis. Era uma confusão boa demais e um momento bem mais oportuno para ser ignorado.

Chegou o momento de agir.

OFF: Role 4 testes de ladinagem com bônus situacional +2 na área reserva as rolagens.

...................................................................................

VALKYRIA

Valkyria estava morta. Ela estava morta e agrilhoada. Ela estava morta, agrilhoada e nos bastidores de uma arena. Seu corpo doía da luta, mas não estava realmente ferida... ela estava morta.

Morta em Arton, morta no mundo material anterior, onde as almas se materializavam ligadas a matéria formando a trindade: mente, corpo e alma. Ali não, ali eram uma coisa só. Como as fadas, não três em um, uma só coisa. O que ocorresse ao seu corpo ali também atacaria sua mente e sua alma. Além disso, era o mundo dos deuses, o mundo de um deus: Deus da Força e da Coragem. Seu m undo, suas regras. Não necessariamente regras ditas, mas as regras do seu aspecto, do que ele representava no mundo material, de onde recebia poder como uma cachoeira. Mantivesse-se esse fluxo constante, ele seria imutável... imutável apenas enquanto o mundo terreno não se movesse. Por isso agora ele era o líder do Panteão e não Khalmyr. E ela estava morta. Seu corpo doía, mas não haviam feridas sérias.

A santa serva dos deuses falhará, mas não desistira. Enquanto há vida há esperança e não jogaria fora essa segunda chance e seus ideais.

Ela obteve uma audiência para que ele avaliasse o seu caso, mas isso seria nos termos do Deus Protetor, em sua arena, no seu julgamento por combate. Ela morrerá tentando trazer alguém à vida, e falhará. Seu corpo doía, mas não era dos ferimentos.

Um minotauro aproximou-se, ele ergueu o capuz da paladina. Ela fitou seus olhos cor de cacau, uma lembrança de anos mais gentis.

"Qual a tua história: é uma guerreira ou uma suplicante?", ele lhe pediu.

OFF: Conte como o personagem morreu.

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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Valkyria em Seg 31 Ago 2015 - 1:14

kika já estava completamente cansada com tudo aquilo, andar em círculos sem um rumo certo era demais para ela que sempre mantinha o foco e controle da situação, em outras palavras ela sempre sabia o que fazer e como fazer, mas ali estava começando a ficar sem saída e sem rumo no mais estava completamente perdida e ainda por cima estava seguindo uma elfa estranha que provavelmente estava brincando com o grupo, no minimo isso.

Já sem alternativas ela forçou a foice no pescoço da elfa -Vamos fale algo... Com os demais do grupo ela chegou a comentar em um tom de raiva e irritadiça -Até quando vamos ficar vagando sem rumo nessa merda de lugar eu já não aguento mais essa porcaria de arena e sem contar nos imbecis que nela estão, ninguém aqui sabe dar uma informação descente, estão todos presos a uma insanidade festiva...Forçava sua arma de encontro ao pescoço da elfa agora estava enfiando sua lamina aos poucos na garganta da infeliz tanto faz ou fez, se não tinha respostas no momento, ficaria contente em começar a matar as pessoas, quem sabe assim aquele bando de inúteis começaria a dar informações precisas de como sair daquela porcaria de lugar.

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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Thiago Ferris em Seg 31 Ago 2015 - 12:10

Balrus pensou por um instante, ele também estava cansado mas sabia que isso não era o melhor a fazer.

- Provavelmente ela não saiba sair daqui, então se estamos em uma arena e se precisamos demonstrar força e coragem, vamos descer e ver o que nos espera.

Balrus apontou para a arena, ele ainda não havia olhado para ela até aquele momento e não gostava muito da ideia de ter de lutar la. Mas gostava menos ainda de sair matando todos que visse pela frente.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Ter 15 Set 2015 - 22:06

BALVALRIM, BALRUS, KIKA

Enquanto o herdeiro do sangue demoníaco tentava apartar a fúria da necromante, a multidão da plateia moveu-se por sobre todo o grupo. Uma confusão instaurou-se e várias pessoas trombaram-se. Algo passou por entre o povo, como uma cobra, ou alguém muito agil. Logo, ninguém sabia quem havia esbarrado em quem.

Todos os presentes reclamara muito, incluindo: um elfo arqueiro em trajes esfarrapados, um sujeito em uma estranha armadura completa de couro e placas amarradas e uma máscara refletindo um homem com raiva, um anão careca de meia armadura e repleto de frascos e bombas, um minotauro de toga e barriga proeminente, e algo como um ser serpente com torso humanoide e quatro trajando uma meia armadura e portando várias armas, além de uma mulher grande e forte, em roupas de pele de animal e armada de armas de caça.

Na bagunça, quando olharam, a elfa sumirá. Provavelmente assustada fugiu com medo de Kika. Agora restava-lhes ficar e assistir o julgamento por combate.

Balvalrim não parecia especialmente preocupado com a confusão, pois logo saltou para obter uma visão melhor da arena, onde coisas começavam a se organizar.Abaixo.

E agora?


1 - Questionar os presentes; tentar falar com um destes sujeitos pode ser útil, pois pode haver mais gente de Eriin [Escolha a pessoa entre as listadas anteriormente e role um teste de Diplomacia].

2 - Verificar se não há nada faltando; é preciso ter cuidado com as suas coisas.

3 - Caçar a elfa; tentar encontrar a elfa na multidão [No caso, role um teste de Percepção]

4 - Seguir Balvalrim; acompanhar Balvalrim e descobrir o que tanto o interessa.


.....................................................

RURIK

O ladino podia se alegrar, tinha conseguido todo o ouro que pudera agarrar. Porém, acabará furtando companheiros anões, e que pareciam tão confusos quanto ele: uma necromante ruiva frustrada e colérica de vestes escuras, um anão com uma tatuagem em forma de fenda flamejante no peito e com outras cicatrizes portando armas de fogo, um anão de armadura de escamas de dragão verde com um machado sinistro. A probabilidade que fossem de Erinn é bem alta.

Agora tinha de decidir o que fazer.

1- Sentar-se  econtar seus ganhos; bem ali havia um cantinho sossegado e reservado com sombra.

2 - Sair dali; podia seguir o caminho abaixo da arena se retornasse por onde veio e sumir lá para não ser encontrado quando percebesse que alguém os roubou.

3 - Assistir ao espetáculo; quem não deve não teme, melhor se aproximar e assistir o tal julgamento por combate sem levantar suspeitas. [Role um teste de Atuação ou de Diplomacia]

4 - Fazer uma média; encenar uma ação enanica de companheirismo e fingir a devolução dos pertences aos seus compatriotas, afinal, poderia precisar de aliados logo logo.


Última edição por Necromancer Ignaltus em Qua 16 Set 2015 - 20:50, editado 1 vez(es)
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Thiago Ferris em Qua 16 Set 2015 - 9:26

BALRUS tentou acompanhar o movimento do passante mas sequer viu um vulto. Intrigado ele olhou em volta e percebeu que outros também procuravam.
Voltou seu olhar para a arena, Balvarim estava descendo para mais perto da arena e Balrus achou melhor caminhar pela arquibancada seguindo o clérigo. Talvez isso o ajude a entender o que vai acontecer e o que deve fazer.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Pimr em Dom 27 Set 2015 - 15:03

Sorria ao sentir o peso das moedas no bolso pois notava que teria algo mais saudável para se alimentar em breve. Como precaução perambulou para longe dos inocentes mas sem retirar-se da Arena - ainda precisava se familiarizar com o espetáculo.

Off:
3 - Assistir ao espetáculo; quem não deve não teme, melhor se aproximar e assistir o tal julgamento por combate sem levantar suspeitas. [Role um teste de Atuação ou de Diplomacia]
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Dom 8 Nov 2015 - 13:57


A arena era uma balburdia de incontáveis vozes e discussões sobre o espetáculo que é o Julgamento por Combate. O evento conferido nas areias abaixo dos olhos atentos daqueles que foram abençoados com o fardo da força e da coragem os suficientes para erguer-se e provar de sua liberdade e assumir a responsabilidade de proteger aqueles que não possuem os dotes, ou não devem seguir tal caminho pra a mão do destino, ou da escolha de seus próprios corações.

E então, houve movimento do auditório mor na fronte mais elevada e principal. Um colosso de aço anão e presença que inspirava desafio e elevava os corações desejosos por se provar mais confiantes. Mesmo ao longe, na multidão sua capa de terra e seus córneos do elmo eram visíveis e chamativos. O julgamento se iniciaria agora.

Uma voz de ferro e pura força golpeou os ouvidos de todos. Cada um presencia a imagem do Deus da Força conhecido por seu povo, mas para os anões ali estava ZAKHAROV, O SEU DEUS DA FORÇA.

Acompanhando o movimento do machado de batalha, a arma que só pode ser empunhada pelos fortes, o Deus da Força iria dar início ao julgamento. Aqueles que desejassem provar-se deveriam aceitar o desafio e prostrar-se na arena contra o mal que fosse-lhes interposto.

Abaixo, na arena, os portões do desafio abriam-se e o julgado se apresentava: um minotauro, em bem pouco parecido com os tapistianos de Arton, um corpo bruto peludo ordanado por grossos membros adornados por placas de metal carregavam um longo machado de haste enquanto uma face bestial cujos olhos desproviam qualquer civilidade. Ele marchou para o centro, vigiado por todos os globos perolados sob os olhos dos residentes nas vastas arquibancadas.




Então, um surto de ar e um rodopio nas areias apontaram uma pequena figura reptiliana sobre um grande ovo rachado. Um filhote escamado ordanado por pequenos espigões, assas de couro, uma cauda longa se erguia com a pequena face procurando algo.




O monstro riu.

Apanhando a haste em suas mãos olhava para o filhote inocente e todos já sabiam que a fera aceitava o pequeno draconiano como um desafio, esperando vitima-lo sem piedade.

Um grande sentimento de revolta contra injustiça se inflamava no estomago de cada anão ali. Inconscientemente isso os levou a olhar de volta para o ponto onde estava o seu Deus da Força, mas o que levou os seus olhos a se fixar foi a imagem destacável de outro deus: HEREDRIMM, o Deus da Justiça e Seu Deus Pai Racial.




QUE ABSURDO SE TRATAVA AQUILO AFINAL?!

Mal sabem todos vós que o desafio do Julgamento por Combate exigia muito mais do que simples maestria física. Era além mais: uma provação também de coragem, respeito, dignidade e honra.

Todos os guardas, heróis, clérigos do deus da força e elfos escravos estavam atentos a tudo que ocorria na arena, mas não eram eles que estavam sendo julgados. Não. O público, o público dos recém chegados ao plano do deus é que estavam sob julgamento e apenas agora eles começavam a compreender isso.

Quem? Quem ali estava pronto para aceitar o desafio?



1) Ignorar; teu destino deve estar em outro lugar, não morto numa arena diante dos olhos de um deus que não estava lá quando você fora assassinado pelas mãos dos teus próprios vizinhos. [Não faça nada.]

2) Inflamar a plateia; clamar o socorro dos heróis e heroínas que ali estão para que o sigam no desafio. [Role um teste difícil de Atuação, mas caso sua classe seja 'bardo' já pode unir uma magia de teu repertório ao efeito resultante.]

3) Aceitar; pular na arena e e enfrentar o monstruoso minotauro. [Role iniciativa para o combate.]

4) Render-se a misericórdia de Zakharov; prostrar-se a misericórdia do Deus da Força, tornando-se um simples suplicante. [Abra mão de sua liberdade e torne-se um escravo do Deus da Força.


Última edição por Necromancer Ignaltus em Dom 24 Jan 2016 - 18:03, editado 1 vez(es)
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Thiago Ferris em Seg 9 Nov 2015 - 8:45

Balrus estava cansado de tudo aquilo.
Queria voltar para casa e caso essa fosse a única forma, então era o que ia fazer.
empunhou sua arma familiar e correu em direção a beirada da arquibancada. Enquanto corria olhou para seu companheiros e gritou:
- Por Doherimmmmmm........ Vingançaaaaaa. - Balrus saltou por cima do beiral em direção a arena.
Enquanto estava no ar mirou na cabeça do Minotauro e disparou.
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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Valkyria em Qua 11 Nov 2015 - 17:10

 Kika finalmente se perdeu em meio a grande confusão, já tinha finalmente virado uma grande baderna tudo aquilo, no final seu simples objetivo de chegar em casa viva ou algo do tipo se perdeu em meio a tanta confusão, aquilo estava se tornando um labirinto ou arena do mais puro caos, não tinha outra forma para explicar tamanha confusão em que estava se envolvendo cada vez mais e mais.

OFF: Realmente agora sim, estou bem e completamente perdida, pode deixar ela uma ação parada ai para entender o que está acontecendo, e quanto a Valkyria ???? é minha outra personagens é outra jogadora, e um npc é alguma outra coisa?????

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Re: ESCOLHA TEU DESTINO

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Sex 1 Jan 2016 - 19:42


Balrus executou um salto corajoso, mas felizmente caiu sobre areia fofa naquele terreno eclético; ele não poderia atingir o monstruoso e cruel minotauro, pois ele estava no centro da arena, sobre o olhar de Zakharov.

Ao redor, a visão de figuras conhecidas: seus companheiros se juntavam a ele. Balrus está entre eles e ete capta com sua visão periférica o clérigo Bhelegan com seu machado, que tanto fizera para mantê-lo vivo. A sua amiga necromante, Kika vinha logo atrás.

Afastado, mas percebendo que poderia se beneficiar se a vitória fosse possível, Rurik usava de suas habilidades ladinas para passar desapercebido enquanto adentrava na arena.

MAPA:

B1-Balvalrim Helvallentir-Cruzado 3º 
B2-Balrus Lanun-Feiticeiro da Pólvora 3º
B3-Bhelegan Gorolar-Clérigo de Tenebra2º
R-Rurik Holderhek-Ladino 2º
K-Kika With-Necromante 2º
F-Filhote Indefeso
RC-Random Char-Outros participantes
M-Minotauro Monstruoso Cruel
l_l-1,5m
O-Área com água
E-Estrutura Sólida
e-Estrutura
Precária[Armadilha?]
a-ARBUSTOS
T-Árvore alta
P-Palmeira alta[Repleta de cocos]
w-Mostruário de Armas[Todas ótimas]
H-escadas  
X-Fosso profundo
#-Pira Inflamável
t-Tochas acessas
$-Desafios Extras

_________________________________________________________________
lRl_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_lW_l_W_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l   l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_lxlxlxl_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_lxlxlxl_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l_l    
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Ele e seus companheiros deveriam avançar até o inimigo, ou dar a volta para surpreendê-lo. Mais indivíduos os seguiam, adentrando na arena para participar do julgamento também.

De todo modo, o oponente parentava ser mais poderoso do que qualquer um deles e, se aquilo fosse como o último desafio (com um adversário muito mais poderoso do que o desafiante), precisaria de todo trabalho em equipe que pudessem para vencer.

Infelizmente, a equipe já estava desfalcada, já que a tatuadora surrealista muda havia sido espantada.

SÚBITO: Por um mero instante, que se discorre como se em câmera lenta, a visão de todos é tomada de uma clareza divina. Todos sentem como se abençoados pela mesma força de antes, esclarecendo as dúvidas e apontando todas as armadilhas do mapa e respondendo as dúvidas sobre o mapa da arena. Vos não tem dúvidas, é teu pai Heredrimm que os abençoava diante d euma prova tão dura a frente.

E agora? O que fazer?


1) Avançar; correr e efetuar um ataque de carga diretamente, mesmo que chame toda a atenção do inimigo contra si.

2) Flanquear usando o cenário; estudar o ambiente e usa-lo para atacar.

3) Focar na defesa enquanto "tanka" o oponente; prostrar-se com uma defesa forte diante do oponente, garantindo a segurança dos demais enquanto mantém uma defesa forte.

4) Usar da estratégia da distância; manter-se seguro enquanto usa de suas magias para apoiar ou causar dano, ou mesmo dar oportunidade dos demais participantes atacarem.

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